Romeu Zema critica STF e lança plano de governo focado em acabar com a impunidade?

Romeu Zema Apresenta Plano de Governo em São Paulo e Critica STF
O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema, do Novo, apresentou seu plano de governo na última quinta-feira, dia 16. A cerimônia ocorreu na cidade de São Paulo, onde o mineiro concentrou suas críticas, especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF).
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Durante o evento, Zema reiterou seu compromisso em “acabar com a farra dos intocáveis”. Ele esclareceu que o documento não é definitivo, mas que a direção das propostas é muito clara: a prioridade máxima é acabar com o que ele chama de impunidade.
Foco na Prosperidade e Segurança Pública
O discurso do pré-candidato enfatizou a necessidade de “virar a chave da prosperidade” para o país. Zema criticou o que considera um domínio de Brasília por grupos que ele chama de “intocáveis”.
Em relação à segurança, ele foi enfático. Segundo Zema, o Brasil não pode ser deixado à mercê das facções criminosas. Por isso, o plano sugere tratar essas organizações como terroristas, prevendo pena mínima de 25 anos para membros de facções e o fim de saídas temporárias.
Mudanças no Sistema Penal e Justiça
O filiado ao Novo também manifestou sua intenção de acabar com o que ele considera a hipocrisia da maioridade penal de 18 anos. “Crime de adulto vai ter pena de adulto”, afirmou Zema, expressando sua convicção de que o cidadão comum busca apenas um país normal, sem privilégios governamentais.
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Propostas de Reforma no Judiciário
Zema dedicou parte de sua fala a críticas diretas ao STF. Caso eleito presidente, ele declarou que sua primeira medida seria propor ao Congresso a criação de um novo Supremo Tribunal.
Nesta nova estrutura, os membros teriam que prestar contas de seus atos e seria vedado que parentes de ministros realizassem negócios jurídicos. Ele propôs também uma idade mínima de 60 anos e um mandato de 15 anos para garantir uma carreira “irretocável”.
Coordenação do Plano e Perspectivas
Segundo apurações da CNN, a coordenação do plano de governo ficará sob a responsabilidade de Carlos da Costa, ex-secretário especial do então ministro da Fazenda Paulo Guedes, durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
As propostas apresentadas por Zema incluem, ainda, a previsão de privatizações e o fim do que ele denomina “penduricalhos” no setor público.
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