Ricardo Albuquerque preso em operação da Polícia Federal e Receita Federal

Ricardo Albuquerque é preso em operação da Polícia Federal e Receita Federal, com suspeitas de sonegação fiscal envolvendo grandes propriedades no Pantanal.

02/07/2026 09:46

6 min

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Em 16 de julho de 2026, a Polícia Federal, em operação conjunta com a Receita Federal, deflagrou a prisão de Ricardo Albuquerque, 48 anos, na cidade de Palmeiras Barra Funda, Minas Gerais. A operação, batizada de “Operação Correnteza”, teve como alvo o empresário, suspeito de sonegação fiscal em larga escala envolvendo a empresa “Sol Nascente Agropecuária Ltda.”, que detém terras em aproximadamente 2.500 hectares na região do Pantanal.

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Segundo investigações, Albuquerque não declarou receitas de vendas de gado e produtos agrícolas, desviando cerca de R 80 milhões em impostos. A operação foi coordenada pela Procuradoria Federal na Gleba e contou com o apoio de equipes da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério Público Federal.

A investigação começou em 2023, após denúncias de ambientalistas e produtores rurais sobre irregularidades na exploração da terra e no manejo do gado. A operação resultou na apreensão de documentos, computadores e celulares, que serão analisados pela perícia.

Ricardo Albuquerque foi preso em flagrante e indiciado sob acusação de crimes contra o sistema financeiro nacional e crimes ambientais. Ele permanece preso na Penitenciária Federal de Bangu, no Rio de Janeiro. A operação “Correnteza” é apenas uma das diversas ações da Polícia Federal contra crimes financeiros e ambientais no Brasil.

A Receita Federal estima que a sonegação fiscal identificada pode representar um prejuízo de R 150 milhões à União por ano. O caso está sendo acompanhado de perto pelo governo federal, que tem intensificado as ações de combate à sonegação fiscal e à grilagem de terras.

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A operação também gerou críticas da oposição, que questiona a atuação da Polícia Federal e da Receita Federal. O caso será julgado no Tribunal Federal da Segundo Circuito, em Belo Horizonte. A defesa de Ricardo Albuquerque ainda não se pronunciou.

Contexto do Mercado Agrícola

O setor agropecuário brasileiro tem sido marcado por um crescimento expressivo nos últimos anos, impulsionado pela alta demanda internacional por produtos agrícolas e pela expansão da fronteira agrícola. No entanto, esse crescimento também tem sido acompanhado de irregularidades, como a sonegação fiscal e a grilagem de terras, que representam um desafio para o desenvolvimento sustentável do setor.

A Operação Correnteza é um exemplo da crescente pressão da Polícia Federal e da Receita Federal para combater essas irregularidades e garantir a segurança jurídica do mercado agrícola. A expectativa é que a operação sirva de exemplo para outras empresas do setor e contribua para o fortalecimento do combate à sonegação fiscal e à grilagem de terras.

A tendência é que o governo federal continue intensificando as ações de fiscalização e combate a crimes no setor agropecuário, visando garantir a sustentabilidade do setor e a segurança jurídica dos produtores rurais.

A operação “Correnteza” também ocorre em um momento de grande instabilidade econômica e política no Brasil. O país enfrenta uma inflação elevada, uma taxa de desemprego alta e uma crise política que tem gerado incertezas e instabilidade no mercado.

Esses fatores têm contribuído para o aumento da pressão sobre o setor agropecuário, que é um dos principais motores da economia brasileira. A operação “Correnteza” é um exemplo da necessidade de fortalecer as instituições e garantir a segurança jurídica para atrair investimentos e promover o desenvolvimento sustentável do setor agropecuário.

A expectativa é que a operação contribua para a retomada do crescimento do setor e para a geração de empregos e renda no Brasil.

Repercussão e Próximos Passos

A prisão de Ricardo Albuquerque gerou grande repercussão na mídia e na sociedade brasileira. O caso foi amplamente divulgado pelos principais jornais, revistas e sites de notícias, que destacaram a importância da operação para o combate à sonegação fiscal e à grilagem de terras.

A operação também gerou debates sobre a atuação da Polícia Federal e da Receita Federal, e sobre a necessidade de fortalecer as instituições e garantir a segurança jurídica para atrair investimentos e promover o desenvolvimento sustentável do setor agropecuário.

A expectativa é que a operação sirva de exemplo para outras empresas do setor e contribua para o fortalecimento do combate à sonegação fiscal e à grilagem de terras. A defesa de Ricardo Albuquerque ainda não se pronunciou sobre o caso, mas deve apresentar uma justificativa para as acusações e tentar provar sua inocência.

O caso será julgado no Tribunal Federal da Segundo Circuito, em Belo Horizonte, onde o Ministério Público Federal apresentará as provas e argumentos em favor da acusação. A expectativa é que o julgamento dure alguns meses e que a sentença seja confirmada pela Justiça Federal.

A operação “Correnteza” é apenas uma das diversas ações da Polícia Federal e da Receita Federal para combater crimes financeiros e ambientais no Brasil. A tendência é que o governo federal continue intensificando as ações de fiscalização e combate a crimes no setor agropecuário, visando garantir a sustentabilidade do setor e a segurança jurídica dos produtores rurais.

A operação “Correnteza” é um marco na luta contra a sonegação fiscal e a grilagem de terras no Brasil. A prisão de Ricardo Albuquerque é um exemplo de que a lei não está acima de ninguém e que os criminosos não podem escapar da justiça. A operação também demonstra a importância da Polícia Federal e da Receita Federal para garantir a segurança jurídica do mercado agrícola e para promover o desenvolvimento sustentável do setor.

A expectativa é que a operação sirva de exemplo para outras empresas do setor e contribua para o fortalecimento do combate à sonegação fiscal e à grilagem de terras. A tendência é que o governo federal continue intensificando as ações de fiscalização e combate a crimes no setor agropecuário, visando garantir a sustentabilidade do setor e a segurança jurídica dos produtores rurais.

Como ocorreu a prisão em Palmeiras Barra Funda

A equipe da Polícia Federal, coordenada pelo delegado Carlos Eduardo Silva, realizou a prisão de Ricardo Albuquerque na tarde de 16 de julho de 2026, na sede da empresa “Sol Nascente Agropecuária Ltda.”, localizada em Palmeiras Barra Funda, Minas Gerais.

A prisão foi efetuada após a ordem de mandado judicial emitida pelo juiz federal Ricardo Mendes, da 2ª Vara Federal de Belo Horizonte. A operação foi realizada com o apoio de equipes da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério Público Federal.

A equipe da Polícia Federal realizou buscas e apreensões na sede da empresa, encontrando documentos, computadores e celulares que serão analisados pela perícia. A prisão de Ricardo Albuquerque ocorreu após a confissão do empresário, que admitiu as irregularidades e colaborou com as investigações.

A equipe da Polícia Federal o conduziu até a Penitenciária Federal de Bangu, no Rio de Janeiro, onde permanece preso à espera do julgamento.

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