MPox: Alerta no Brasil com 88 Casos Confirmados e Crescente Tendência!

Brasil em alerta: casos de mpox sobem e estratégia de vacinação é testada. Até 24 de janeiro de 2026, 88 casos confirmados! Saiba mais

25/02/2026 2:43

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(Imagem de reprodução da internet).

O Ministério da Saúde atualizou os dados epidemiológicos sobre o mpox, também conhecido como varíola dos macacos, no Brasil. Até a terça-feira, 24 de janeiro de 2026, foram registrados 88 casos confirmados e 171 casos suspeitos em todo o país.

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Os casos confirmados foram identificados em Minas Gerais (3) e Paraná (1). Até o momento, não houve óbitos associados à doença.

Concentração de Casos

O estado de São Paulo lidera o número de casos confirmados, com 63 registros. O Rio de Janeiro segue com 15 casos confirmados. A tendência de aumento dos casos tem gerado atenção nas autoridades de saúde.

Dados Totais Anuais

Em 2025, foram contabilizados um total de 1.045 casos confirmados de mpox, com três óbitos registrados. A análise dos dados revela a necessidade de intensificar as medidas de prevenção e controle da doença.

Entendendo a Doença

O mpox é causado pelo vírus MPXV, transmitido principalmente por contato próximo com pessoas infectadas ou com materiais contaminados. Os sintomas incluem erupções cutâneas, linfonodos inchados, febre e dores no corpo. O período de incubação do vírus pode variar entre três e 21 dias, e os sintomas geralmente duram de duas a quatro semanas.

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Recomendações e Prevenção

Diante dos sintomas, é fundamental buscar atendimento médico. Além disso, as autoridades sanitárias recomendam o uso de luvas e máscaras em situações de contato com pessoas infectadas, a lavagem frequente das mãos com água e sabão, e a limpeza regular de superfícies.

O descarte adequado de resíduos contaminados também é essencial.

Vacinação no Brasil

A vacinação contra o mpox foi iniciada no Brasil em 2023, após a Anvisa liberar o uso provisório do Jynneos, produzido pela Bavarian Nordic. A vacinação é destinada a grupos específicos: pré-exposição (pessoas com HIV/Aids e profissionais de laboratório) e pós-exposição (pessoas expostas ao vírus por contato direto ou indireto).

A estratégia de vacinação é limitada devido à disponibilidade dos imunizantes.

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