Lula defende mudança na jornada de trabalho para mães e famílias em 2026

Lula defende mudança na jornada de trabalho para mães! Saiba como o presidente do PT quer acabar com a escala 6×1 e fortalecer as famílias brasileiras.

15/04/2026 10:50

2 min

Lula defende mudança na jornada de trabalho para mães e famílias em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Presidente Lula Defende Mudança na Jornada de Trabalho em Favor das Mães

O presidente, do Partido dos Trabalhadores, manifestou apoio às mulheres ao defender o fim da escala de trabalho 6 por 1. Em um vídeo divulgado na última quarta-feira, dia 14 de abril de 2026, o petista enfatizou a dificuldade das mães, afirmando que elas “só têm 1 dia para descansar e cuidar da família”.

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Proposta de Mudança na Rotina Laboral

Segundo suas palavras, a alteração na jornada de trabalho visa melhor apoiar as famílias. Lula destacou que “o Brasil é mais forte com as famílias unidas”. Ele descreveu a rotina de muitas mães que precisam sair de casa muito cedo, enquanto os filhos ainda dormem, e retornar tarde, quando as crianças já estão na cama.

Justificativa para a Mudança

O presidente ressaltou que essa situação não é justa. Embora o trabalho seja fundamental para dignificar e construir o país, ele não pode separar mães de seus filhos. Por isso, foi proposta a revogação da escala 6 por 1, sem que haja corte salarial.

Lula concluiu o vídeo com um apelo: “Vamos juntos. O Brasil é mais forte com as famílias unidas”.

Tramitação Legislativa das Propostas

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analisou na quarta-feira, dia 15 de abril de 2026, a PEC 221 de 2019, que trata justamente da redução da jornada de trabalho. Anteriormente, na noite de quarta-feira, dia 14 de abril de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia enviado um projeto de lei sobre o mesmo tema.

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Negociações no Congresso

O presidente da Câmara, do partido Republicanos-PB, comunicou que se reunirá com líderes partidários. O objetivo é iniciar uma rodada de negociações para tratar da tramitação conjunta das duas propostas no Congresso Nacional, sendo necessário priorizar uma delas.

Em regime de urgência, o Congresso dispõe de 45 dias após o recebimento do texto para votar a matéria. Caso esse prazo não seja cumprido, o projeto passa a paralisar a pauta de votações da Câmara, impedindo a análise de outras pautas até que haja uma deliberação sobre ele.

Esse mecanismo foi um dos motivos para o envio do projeto com essas características.

Perspectivas da Tramitação

O Planalto entende que o processo de tramitação da PEC é mais lento, o que gera um risco de a proposta não ser aprovada ainda neste ano no Congresso. Por isso, a articulação política se torna crucial para avançar com a matéria.

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