Lula homenageia Oscar Schmidt: Ídolo do basquete e legado para o Brasil em 2026

Lula lamenta falecimento de Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro
O presidente Lula expressou seu pesar nesta sexta-feira, dia 17 de abril de 2026, após a confirmação do falecimento de Oscar Schmidt. O ex-jogador de basquete, carinhosamente conhecido como “Mão Santa”, faleceu horas depois de ser admitido no Hospital Municipal Santa Ana, na região metropolitana de São Paulo, devido a um mal-estar.
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Homenagem do Presidente Lula
Em seu perfil oficial no X, Lula descreveu Schmidt como um dos maiores ídolos da história do basquete brasileiro e um dos maiores pontuadores da modalidade. O presidente ressaltou as qualidades do atleta, mencionando sua obstinação, talento e profundo amor pela Seleção Brasileira.
Legado esportivo
Segundo Lula, Schmidt foi fundamental para unir o país através das quadras ao longo de várias décadas, graças à sua liderança e arremessos. O presidente afirmou que a dedicação do ex-jogador elevou o nome do Brasil, tornando-o uma inspiração para muitas gerações de atletas e entusiastas do esporte.
Detalhes sobre o falecimento e trajetória de Oscar Schmidt
Oscar Schmidt deu entrada no Hospital Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo, nesta sexta-feira, após passar mal. A assessoria do ex-atleta confirmou o falecimento do jogador de 68 anos horas depois, sem especificar a causa.
Início e carreira no basquete nacional e internacional
Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu em 16 de fevereiro de 1958, em Natal, Rio Grande do Norte. Sua trajetória profissional começou em São Paulo, onde, aos 16 anos, ingressou nas categorias de base do Palmeiras em 1974.
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Durante as décadas de 1970 e 1980, ele passou por clubes importantes como Sírio, Corinthians e Flamengo, consolidando seu apelido de Mão Santa devido à sua notável capacidade de pontuação. Em 1984, o New Jersey Nets, da NBA, o recrutou, mas ele optou por seguir carreira na Europa.
Recorde Olímpico e Reconhecimento
Na Europa, nos anos 1980 e 1990, Schmidt atuou por equipes italianas e espanholas, como JuveCaserta e Pavia, na Itália, e pelo Forum Valladolid, na Espanha. Ele também representou o Brasil em cinco edições dos Jogos Olímpicos.
Nesses Jogos, ele estabeleceu um recorde que permanece até hoje: marcou 1.093 pontos, tornando-se o maior cestinha da história olímpica. Em 2013, sua contribuição foi reconhecida com sua inclusão no Hall of Fame do basquete.
Despedida e Respeito à Privacidade
A despedida de Oscar Schmidt será realizada de maneira privada. Conforme comunicado, a cerimônia será restrita apenas aos familiares, em um gesto de respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento, pedindo compreensão quanto à necessidade de privacidade durante o luto.
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