Governo Casagrande em Escândalo: Lavação de Dinheiro e Comando Vermelho Revelados!

Operação Lava Jato ganha novo capítulo! Acusações contra governador do Espírito Santo abalam o cenário político. Descubra os detalhes chocantes!

27/03/2026 18:02

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(Imagem de reprodução da internet).

Arquivamento da Investigação Contra Governador do Espírito Santo

O ministro determinou o arquivamento da investigação envolvendo o governador do Espírito Santo. A decisão surge em paralelo com a investigação que apura o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como “TH Joias”, por suspeita de lavagem de dinheiro e financiamento ao Comando Vermelho.

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A Polícia Federal (PF) identificou conversas entre o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, e José Renato Casagrande, o governador.

Segundo a PF, o governador teria buscado apoio junto ao TRF-2, por meio do magistrado, para viabilizar a candidatura de André Sampaio à prefeitura de Montanha, no Espírito Santo. A investigação detalha um possível esquema de influência política e financeira.

Após analisar o pedido da Polícia Federal, o ministro concluiu que as conversas não possuem relevância jurídica para justificar a instauração de um inquérito contra o governador. A decisão ressalta a ausência de provas concretas que demonstrem a intenção de Casagrande de cometer irregularidades em benefício de terceiros.

Em relação aos fatos envolvendo o desembargador Macário Ramos Júdice Neto e outros indivíduos citados, o ministro determinou o encaminhamento da representação e seus anexos ao Superior Tribunal de Justiça. A medida visa aprofundar as investigações sobre as possíveis conexões entre o magistrado e as atividades do Comando Vermelho.

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Em outra linha de investigação, a PF indiciou 5 pessoas em 27 de fevereiro por suspeita de repassar dados confidenciais ao Comando Vermelho. Entre os indiciados está o deputado estadual (União Brasil), licenciado da presidência da (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), e TH Joias.

A investigação aponta para um esquema de corrupção envolvendo a liderança da facção no Complexo do Alemão e agentes políticos e públicos.

Segundo as investigações, TH Joias utilizou seu mandato para beneficiar o Comando Vermelho, nomeando comparsas e negociando armas para a organização criminosa. O esquema envolvia chefes do Comando Vermelho e outros agentes públicos, incluindo um delegado da PF, policiais militares e ex-secretários.

Os alvos respondem por organização criminosa, tráfico internacional de armas e drogas, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

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