Edinho rebate Galípolo e aponta responsabilidades no caso Banco Master! O que se sabe?

Líder do PT rebate declaração sobre Banco Master e aponta responsabilidades
O presidente nacional do PT, Edinho, rebateu nesta segunda-feira, dia 13 de abril de 2026, a declaração feita pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Em suas falas, ele isentou Roberto Campos Neto de qualquer responsabilidade no caso que envolve o Banco Master.
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Contrapontos às investigações do Banco Central
Galípolo havia afirmado, ao depor na CPI do Crime Organizado na quarta-feira, dia 8 de abril, que os processos de auditoria e sindicância interna não encontraram “qualquer culpa” do ex-chefe da autoridade monetária. No entanto, Edinho discordou veementemente do posicionamento.
Posicionamento de Edinho sobre a declaração
Em entrevista à Record News, Edinho declarou: “Gabriel Galípolo é um profissional que eu tenho muito respeito, tenho amizade, tenho muito orgulho de nutrir amizade por ele. Eu penso que essa declaração dele, na minha avaliação, está totalmente fora de contexto”.
O dirigente petista enfatizou a necessidade de investigações mais profundas. Ele afirmou que há apurações em andamento envolvendo a Polícia Federal e o Ministério Público, e acrescentou: “Espero que o Banco Central também esteja investigando”.
Atribuição de responsabilidades no caso Master
Edinho reforçou a necessidade de que esses órgãos investigativos cheguem a uma conclusão clara sobre quem é responsável e quem não é no caso do Banco Master. Ele manteve uma linha argumentativa semelhante à do presidente do PT ao apontar o ex-presidente e Roberto Campos Neto.
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Segundo ele, se o Banco Master realmente causou operações fraudulentas, a responsabilidade recairia sobre o governo Bolsonaro e, consequentemente, sobre Campos Neto. Edinho argumentou que o fato de dois diretores do Banco Central estarem afastados por conta dessas operações, e que foram nomeados pelo governo Bolsonaro, tornaria impossível isentar qualquer um.
Defesa de Lula e menções na CPMI do INSS
O presidente do PT também utilizou a ocasião para defender Lula, afirmando que não há nenhum vínculo entre o chefe do Executivo e as denúncias. Edinho foi questionado sobre menções a Lulinha na CPMI do INSS.
Neste ponto, o dirigente citou a quebra de sigilo do filho do presidente Lula para tentar negar qualquer participação dele nas fraudes. Ele declarou que, até o momento, ninguém conseguiu comprovar que Fábio tivesse qualquer ligação com as denúncias do INSS, e que Lula havia solicitado uma apuração completa sobre o tema.
Conclusão sobre as apurações
O discurso de Edinho reforça a visão de que as investigações precisam ser completas e imparciais para determinar as responsabilidades em todos os casos citados, seja no âmbito financeiro ou em outras esferas políticas.
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