Cármen Lúcia fala sobre ataques ao STF e o futuro da Justiça: o que esperar?

Cármen Lúcia fala sobre ataques ao STF e pressão familiar. Saiba o que a ministra disse sobre o futuro da Corte e o tratamento às mulheres na política.

13/04/2026 19:34

2 min

Cármen Lúcia fala sobre ataques ao STF e o futuro da Justiça: o que esperar?
(Imagem de reprodução da internet).

Ministra Cármen Lúcia fala sobre ataques e futuro do STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou nesta segunda-feira, dia 13, sobre os ataques que ela e a Corte têm sofrido. Segundo ela, a família pede que ela se afaste do Supremo Tribunal Federal.

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Pressão familiar e o ambiente na Corte

Em um evento realizado pela Fundação FHC, a ministra relatou que recebeu o conselho de sua família: “Carmén, sai disso, chega. Já fez o que tinha que fazer”. Ela expressou preocupação com o futuro dos ministros e dos candidatos na esfera política.

Desafios e questionamentos atuais

Cármen Lúcia observou que o Supremo Tribunal Federal atravessa um período de grande volume de processos sob sua relatoria. Isso, segundo ela, dificulta a capacidade de dar respostas claras à sociedade.

A ministra reconheceu a tensão do momento, afirmando que os questionamentos hoje dirigidos ao STF são inéditos. Ela declarou ter plena consciência da relevância do período de tensão que a instituição vivencia.

Preocupação com o tratamento dado às mulheres na política

Um ponto de grande preocupação levantado por Cármen Lúcia foi o tratamento desigual sofrido pelas mulheres em cargos de poder. Ela fez um apelo especial para as futuras mulheres que ocuparão posições de destaque.

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A ministra destacou a disparidade de críticas, apontando que, enquanto um homem pode ser acusado de má administração, contra uma mulher, o discurso tende a ser sexista, machista e desmoralizante.

Críticas ao trabalho dos magistrados

Sobre os ataques direcionados aos ministros do STF, Cármen Lúcia mencionou a necessidade de resolver um “processo gravíssimo”. Ela classificou os comentários feitos sobre o trabalho cotidiano dos magistrados como degradantes e desmoralizantes.

Apesar dos desafios e das críticas, a ministra reiterou suas preocupações, especialmente no que tange ao futuro e à integridade das instituições.

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