Cármen Lúcia Defende Ética Rigorosa no TSE: Novo Código de Conduta em Debate!

Ministra Cármen Lúcia alerta: Ética rigorosa no TSE! 🚨 A ministra exige postura exemplar dos juízes eleitorais, com propostas radicais para evitar conflitos de interesse. Saiba mais! #TSE #Eleições2026 #Ética

02/02/2026 20:20

3 min

Cármen Lúcia Defende Ética Rigorosa no TSE: Novo Código de Conduta em Debate!
(Imagem de reprodução da internet).

Ministra Cármen Lúcia Defende Ética Rigorosa no Judiciário Eleitoral

Em sua abertura do ano judiciário no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, a ministra Cármen Lúcia enfatizou a necessidade de intransigência em relação a desvios éticos por parte dos juízes eleitorais. A ministra, que foi designada para ocupar o cargo de ministra no Supremo Tribunal Federal, ressaltou que o “comportamento público e particular” dos magistrados não pode comprometer a confiança no Judiciário.

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Durante a sessão, Cármen Lúcia apresentou uma lista com dez recomendações para os magistrados eleitorais, proibindo o recebimento de “presentes” e manifestações públicas que pudessem comprometer a imparcialidade dos julgamentos.

Recomendações aos Magistrados Eleitorais

A lista de recomendações, apresentada pela ministra, visa garantir a integridade e a transparência na atuação dos juízes eleitorais. As principais diretrizes incluem a publicidade das audiências com partes e seus advogados, a moderação nas intervenções públicas sobre temas eleitorais, a proibição de participar de eventos com candidatos, a restrição de receber presentes, a vedação de manifestações sobre a escolha política dos magistrados e o afastamento dos advogados que compõem a judicatura eleitoral de participação em atos que envolvam seus escritórios de advocacia.

Além disso, a ministra recomendou que os magistrados não se comprometam com atividades não judiciais que afetem o cumprimento de seus deveres funcionais, ressaltando que a função judicante é de desempenho pessoal, intransferível e insubstituível.

A transparência na atuação dos órgãos da Justiça Eleitoral, de suas magistradas e de seus magistrados e de servidoras e servidores da Justiça Eleitoral é uma imposição republicana, assegurando o direito da eleitora e do eleitor à informação segura e baseada em fatos.

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Proposta de Código de Conduta

A ministra Cármen Lúcia foi anunciada na tarde da segunda-feira, como a relatora de uma proposta de código de conduta para ministros do Supremo Tribunal Federal, elaborada pelo presidente do STF, ministro Luiz Edson Fachin. O objetivo da proposta é estabelecer diretrizes internas, inspiradas no Tribunal Federal Constitucional da Alemanha, visando à integridade e à transparência.

O código deverá prevenir conflitos de interesse, consolidar normas de conduta, ampliar a transparência e construir consenso.

A declaração de Cármen Lúcia foi feita na noite da segunda-feira, durante a sessão do TSE. Ela enfatizou que “não se pode desconfiar e ficar com medo das instituições judiciais pelas quais tanto se lutou na defesa da democracia. Não há democracia sem Poder Judiciário independente e imparcial, mas a democracia também exige ética, transparência e eficiência, atuando sempre e estritamente dentro dos marcos da legislação vigente”.

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