Bolsonaro em crise: Relatório alarmante revela cirurgia urgente e complicações!

Bolsonaro em crise: relatório alarmante revela dores crônicas e cirurgia iminente! 🚨 O que está por trás do quadro do ex-presidente? Saiba mais!

03/04/2026 22:33

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(Imagem de reprodução da internet).

Atualização sobre o Estado de Saúde de Bolsonaro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou, nesta sexta-feira (3.abr.2026), novos documentos ao Supremo Tribunal Federal, detalhando seu estado de saúde. O relatório fisioterapêutico, assinado pelo fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, informa que o ex-chefe de Estado enfrenta dores crônicas e intensas em um dos ombros – o tipo específico não é detalhado no relatório – e que uma nova cirurgia no local está prevista em breve.

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O documento revela que o ex-presidente apresenta dificuldades de movimento, dor persistente, diferença na altura dos ombros direito e esquerdo, além de alterações no tônus muscular na região. Kleber Antônio Caiado de Freitas, responsável pelo relatório, destaca a necessidade de acompanhamento fisioterapêutico contínuo, com foco em alívio da dor, relaxamento muscular e mobilização, sempre dentro dos limites de tolerância do paciente.

A avaliação do fisioterapeuta, juntamente com os resultados de exames complementares, justifica a indicação de intervenção cirúrgica. “O paciente se encontra em fase pré-operatória, com quadro álgico importante e limitação funcional significativa do membro superior acometido, o que, no momento, restringe a progressão para intervenções fisioterapêuticas mais ativas”, constata o relatório.

O relatório foi elaborado em 2 de abril de 2026, com base em avaliações realizadas nos dias 26 e 31 de março. A primeira avaliação ocorreu no hospital DF Star, em Brasília, onde Bolsonaro estava internado após 14 dias com uma broncopneumonia bacteriana bilateral, considerada grave.

Posteriormente, o ex-presidente se transferiu para o condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico (DF), para iniciar a prisão domiciliar de 90 dias, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes.

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