USP cai no ranking QS e perde 25 posições em 2026

USP registra queda significativa no ranking QS em 2026, impactando sua posição acadêmica global.

30/06/2026 00:34

2 min

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Em 17 de junho de 2026, o QS World University Rankings divulgou sua avaliação anual, revelando um cenário de queda para as instituições de ensino superior brasileiras. O ranking, que analisa mais de 10.000 universidades em 199 países, não incluiu nenhuma universidade brasileira no top 100, um resultado que reflete a crescente competitividade global no cenário acadêmico.

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De acordo com a classificação, 14 universidades brasileiras perderam posições, enquanto 8 permaneceram estáveis. O Brasil apresentou a sétima maior taxa de queda (64%) entre os sistemas de ensino superior com 10 ou mais universidades ranqueadas, evidenciando desafios significativos no desenvolvimento da pesquisa e ensino superior no país.

Desempenho das Instituições Brasileiras

A Universidade de São Paulo (USP) se manteve como a instituição brasileira com o melhor desempenho, caindo 25 posições e alcançando o 133º lugar no ranking geral. Em 2024, a USP já havia alcançado o 85º lugar no ranking mundial, mas a queda consecutiva nos últimos três rankings a impediu de manter sua posição de destaque.

Outras instituições brasileiras que apareceram no ranking incluem a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 277º lugar; a Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 367º; a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 513º; a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 600º; a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 620º; a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, posicionada entre 741º e 750º; a Universidade Federal de São Paulo, entre 801º e 850º; a Universidade de Brasília, entre 851º e 900º; e a Universidade Federal de Santa Catarina, entre 901º e 950º.

Metodologia do Ranking

O QS World University Rankings é determinado com base em cinco pilares: Pesquisa e Descoberta (50%), Empregabilidade e Resultados (20%), Internacionalização (15%), Experiência de Aprendizado (10%) e Sustentabilidade (5%). A metodologia avalia aspectos como reputação acadêmica, citações por professor, reputação entre empregadores, proporção de professores por aluno e impacto socioambiental.

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O Massachusetts Institute of Technology (MIT), sediado em Cambridge (Estados Unidos), manteve sua liderança pelo 15º ano consecutivo. Já a Universidade de Londres, no Reino Unido, ocupa a 2ª posição pelo 3º ano seguido, mas agora divide o posto com a Universidade de Stanford (EUA.

Apesar do desempenho geral das instituições brasileiras, o ranking demonstra a necessidade de investimento contínuo em pesquisa, inovação e internacionalização para que as universidades brasileiras possam se manter competitivas no cenário global.

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