Trump, Xi Jinping e Netanyahu: Quem domina o poder geopolítico em 2026?

Descubra quem detém o poder em 2026! Trump, Xi Jinping, Netanyahu e o Papa Leão XIV moldam o cenário geopolítico. Veja os detalhes!

15/04/2026 17:55

5 min

Trump, Xi Jinping e Netanyahu: Quem domina o poder geopolítico em 2026?
(Imagem de reprodução da internet).

Líderes Globais em 2026: Quem Detém o Poder no Cenário Geopolítico

A composição das figuras mais influentes do momento é diversificada, reunindo estrelas do entretenimento, atletas, cientistas, executivos e líderes políticos. Na esfera política, o veículo listou 25 nomes notáveis. Entre eles, destacam-se figuras como Donald Trump, Xi Jinping, Benjamin Netanyahu e o Papa Leão XIV.

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O cenário geopolítico mundial passou por transformações rápidas e intensas em 2026. Este ano foi marcado por múltiplos conflitos militares, protestos significativos, eleições tensas e a imposição de tarifas comerciais.

Os Chefes de Estado Mais Influentes em 2026

Considerando os 195 países reconhecidos, a Time selecionou e detalhou o papel global de 11 chefes de Estado considerados as pessoas mais influentes do ano. Cada um demonstra um impacto único em suas respectivas regiões e no cenário internacional.

Destaques de Lideranças Mundiais

Donald Trump, por exemplo, implementou uma reforma tributária de grande escala no último ano. Ele também impôs tarifas globais e conduziu uma agenda de deportações utilizando unidades militares em cidades americanas.

No plano internacional, Trump ordenou ataques a locais nucleares iranianos, iniciando um conflito com Teerã, e interveio na Venezuela até a captura de Nicolás Maduro.

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Xi Jinping, líder da China desde 2012, fortaleceu seu controle sobre a economia e o Partido Comunista. Seu foco atual é reescrever as regras globais, promovendo seus interesses em relação a Taiwan e utilizando o domínio de terras raras para pressionar nações rivais.

Lideranças Regionais em Destaque

Benjamin Netanyahu conseguiu uma recuperação política após eventos passados, impulsionado por campanhas militares no Irã, na Palestina e no Líbano. Apesar de sua popularidade interna, ele enfrenta críticas internacionais devido a mortes de civis em Gaza e à expansão de assentamentos.

Claudia Sheinbaum, presidente do México, lidou com ameaças tarifárias de Trump e a violência de cartéis. Sua resposta incluiu a captura do traficante “El Mencho” e a destruição de laboratórios de fentanil, mesmo em meio a uma economia lenta e à crise de desaparecidos.

Mette Frederiksen ganhou o apelido de “Dama de Ferro” por sua firme defesa de interesses. Diante das ameaças de Trump de tomar a Groenlândia, seu governo planejou destruir campos de pouso para evitar uma invasão. Ela defende um aumento nos gastos militares e uma Europa mais autossuficiente contra a Rússia.

Novos Fenômenos Políticos

Balendra Shah, aos 35 anos, emergiu como um fenômeno populista em Catmandu, impulsionado por um sentimento contra a velha guarda. Este engenheiro civil e ex-prefeito é visto por repudiar a política dinástica do Sul da Ásia.

O Papa Leão XIV, pontífice de Chicago, busca reformar a Igreja para restaurar sua credibilidade moral após escândalos de abuso e corrupção. Ele prega uma “Igreja fora dos prédios”, focada na caridade e no papel ativo dos leigos.

Sanae Takaichi alcançou um marco histórico ao se tornar em outubro, quebrando um “teto de ferro” de 80 anos na política japonesa. Sua ascensão sinaliza a maturidade social e a vitalidade feminina na representação do país.

A Influência de Outras Esferas de Poder

Tarique Rahman, após 17 anos no exílio em Londres, venceu eleições em fevereiro com grande força. Ele assumiu o posto de sua mãe, Khaleda Zia, com o objetivo de unificar o país, combater a inflação e o desemprego juvenil, além de restaurar direitos políticos.

Netumbo Nandi-Ndaitwah, eleita presidente, é uma antiga combatente do movimento de libertação e ex-ministra das Relações Exteriores. Ela é reconhecida como uma voz respeitada do Sul Global, defendendo a justiça e a liderança feminina inclusiva.

Mark Carney, ex-governador de bancos centrais, foi elogiado por alertar sobre os riscos climáticos para a estabilidade financeira e por buscar reinventar a cooperação multilateral. É conhecido por seu alerta sobre esses riscos.

A Estrutura de Poder de Donald Trump

Com menos de um ano e meio no poder, o governo Trump gerou diversas mudanças na maior economia mundial. A Time apontou quatro figuras como as mais influentes dentro dessa estrutura.

Marco Rubio atua como um poder comparável ao de Henry Kissinger, sendo o executor da política externa de Trump. Ele lidera a ofensiva contra o Irã e as negociações sobre tarifas e imigração.

Susie Wiles é destacada como uma das figuras não eleitas mais poderosas, mantendo a disciplina na Ala Oeste e sendo a conselheira de maior confiança do presidente, mesmo em tratamento contra o câncer.

Oposição e Organizações Internacionais

A ascensão de Donald Trump encontra resistência interna nos EUA. Com as eleições de meio de mandato ainda em 2026 e a disputa presidencial de 2028, vários nomes do Partido Democrata se posicionaram como opositores fortes.

Mark Kelly, ex-astronauta, tornou-se um antagonista após ser alvo de ameaças de Trump por lembrar as tropas de não seguir ordens ilegais. Ele processou o Pentágono e é visto como um forte nome democrata para 2028.

Gavin Newsom lidera o estado da Califórnia, sendo considerado o favorito dos democratas para a campanha de 2028, apesar de enfrentar problemas internos como pobreza e altos impostos.

Para além dos líderes nacionais, agências internacionais também moldam a geopolítica. Rafael Mariano Grossi, diplomata argentino, lidera inspeções em zonas de conflito, como a usina de Zaporizhzhia na Ucrânia, e é visto como um forte candidato a Secretário-Geral da ONU.

Henna Virkkunen atua na regulamentação da infraestrutura digital e da IA na Europa, resistindo a pressões externas vindas de Washington. Fatih Birol, diretor da, coordena a liberação de reservas estratégicas de petróleo durante o conflito no Irã.

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