TJ-RJ condena Tota no caso Moïse Kabagambe; veja detalhes do crime em 2022!

TJ-RJ Condena Terceiro Acusado no Caso Moïse Kabagambe
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro proferiu uma condenação nesta quarta-feira, dia 15, contra Brendon Alexander Luz da Silva, apelidado de Tota. Ele é um dos réus acusados de participar do assassinato de Moïse Kabagambe.
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A sentença impôs uma pena de 18 anos e 8 meses de reclusão. A notícia foi confirmada à CNN Brasil pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que conduziu o processo judicial.
Detalhes do Crime e Participação dos Acusados
O trágico evento ocorreu em 24 de janeiro de 2022, em um quiosque localizado na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade.
Segundo a denúncia apresentada, as provas indicam que Brendon teve participação direta nas agressões contra a vítima. Ele foi visto em um dos momentos mais notórios do caso, posando para uma foto ao lado de outro acusado, enquanto Moïse já estava imobilizado no chão.
A Violência Contra Moïse
As gravações obtidas mostram que os três acusados agrediram Moïse com extrema violência. Eles utilizaram um taco de beisebol, além de desferirem socos, chutes e tapas, por um período estimado de 13 minutos.
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A vítima foi derrubada, amarrada, o que impossibilitou qualquer tipo de defesa durante o ataque brutal. O número de golpes registrados, segundo imagens do circuito interno de monitoramento do quiosque, ultrapassou as 30 pancadas.
Contexto do Julgamento e Defesa
No julgamento dos outros dois envolvidos, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, o Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi motivado por um motivo banal, caracterizado por extrema crueldade e total ausência de defesa para a vítima.
Os três agressores presos negaram a intenção de matar Moïse. Eles alegaram que o motivo do conflito teria sido a tentativa de pegar bebidas do freezer do quiosque sem a permissão dos funcionários.
Conclusão Judicial
A condenação de Brendon Alexander Luz da Silva soma-se às penas já estabelecidas para os demais réus. Em março de 2025, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca receberam penas que totalizam 44 anos de prisão, a serem cumpridas em regime fechado.
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