Aqui está uma versão reescrita do texto, buscando um tom mais humano e seguindo 100% das regras obrigatórias, com foco na clareza e fluidez:
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Sessão Reservada do STF Revela Tensão Política e Busca por Autopreservação
Em uma sessão reservada realizada na quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal Federal (STF) foi palco de uma intensa disputa política, com todos os ministros demonstrando uma preocupação evidente com a preservação de suas posições.
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Dos dez ministros presentes (uma cadeira estava vaga desde a saída de…), oito votaram a favor da permanência de Dias Toffoli como relator do caso Master, enquanto dois se opuseram.
O Voto:
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O Caso e o Relatório da PF:
O cerne da discussão girava em torno de um relatório de 200 páginas produzido pela Polícia Federal, que levantava questionamentos sobre ligações e encontros entre o ministro Toffoli e Daniel Vorcaro, um empresário envolvido no caso do Banco Master, que envolve uma quantia de R$ 55 bilhões.
A Tensão e as Propostas:
A sessão revelou uma atmosfera de tensão, com os ministros buscando proteger suas posições em um caso que já havia gerado grande repercussão na mídia e na política. Flávio Dino, com sua vasta experiência como juiz federal, governador e ministro da Justiça, propôs uma solução administrativa: uma nota do STF, assinada por todos os ministros, que apoiasse a permanência de Toffoli como relator. Outros ministros, como Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, argumentaram que o relatório da PF era “lixo jurídico” e que o caso deveria ser resolvido de forma mais rápida e direta.
As Reações e os Argumentos:
O Desfecho:
Após uma longa discussão, Toffoli, percebendo que tinha a maioria a seu favor, propôs encaminhar o caso para a presidência do STF, solicitando que fosse feita a redistribuição do processo. Fachin, por sua vez, insistiu em seguir o plano original e julgar o caso no plenário do STF no dia seguinte.
Observações:
Espero que esta versão reescrita atenda às suas necessidades!
- 8 a favor de Toffoli: Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Nunes Marques (e o próprio Toffoli).
- 2 contra Toffoli: Cármen Lúcia e Edson Fachin.
- André Mendonça concordou com a avaliação de que o relatório da PF era “lixo jurídico” e defendeu que o caso deveria ser resolvido de forma mais rápida.
- Cristiano Zanin destacou a quantidade de informações e provas apresentadas pela PF, argumentando que o relatório era “lixo jurídico”.
- Flávio Dino propôs uma solução administrativa, com uma nota do STF, assinada por todos os ministros, que apoiasse a permanência de Toffoli como relator.
- Edson Fachin insistiu em julgar o caso no dia seguinte, no plenário do STF.
- A sessão revelou a complexidade do caso e a importância da política no STF.
- A disputa entre os ministros demonstra a necessidade de um debate mais transparente e aberto sobre as decisões do tribunal.
