STF atualiza números chocantes: 1.402 condenados em 8 de janeiro!

STF atualiza números chocantes do 8 de janeiro: 1.402 condenados! 😱 Ex-presidente Bolsonaro enfrenta 27 anos de prisão. Saiba mais!

30/04/2026 06:33

2 min

STF atualiza números chocantes: 1.402 condenados em 8 de janeiro!
(Imagem de reprodução da internet).

O Supremo Tribunal Federal (STF) atualizou os números sobre o processo criminal relacionado aos atos que ocorreram em 8 de janeiro de 2023. Até o momento, 1.402 pessoas foram condenadas pelos crimes cometidos. Essa contagem inclui diferentes tipos de punições, com 431 sentenças de prisão, 419 medidas alternativas de sanção e 552 acordos de não persecução penal.

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Distribuição das Condenações

O levantamento revela que a maioria das condenações, totalizando 404, resultou em penas de um ano de prisão. Essa representou 28,82% do total de sentenças proferidas. Em segundo lugar, 213 condenados receberam penas de 14 anos de prisão, correspondendo a 15,19% das condenações.

O caso mais alto em termos de pena foi aplicado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.

Situação Atual dos Presos

Atualmente, 190 acusados estão sob custódia, com 169 já tendo visto suas penas executadas e 21 permanecendo presos provisórios. As investigações, lideradas pelo ministro Alexandre de Moraes, têm se concentrado em núcleos específicos relacionados ao ataque, incluindo aqueles ligados à disseminação de desinformação e à execução dos atos.

Julgamentos e Absolvições na Primeira Turma

Em 2025, a Primeira Turma do STF conduziu 21 sessões de julgamento focadas nos núcleos estratégicos, executores e de desinformação, todos ligados a figuras associadas a Jair Bolsonaro. O resultado desses julgamentos foi 29 condenações e 2 absolvições.

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O ministro Alexandre de Moraes finalizou a execução das penas dos últimos condenados no dia 24 de fevereiro.

Contexto dos Ataques de 8 de Janeiro

Os ataques que ocorreram em 8 de janeiro de 2023 representaram um momento crítico na história democrática do Brasil. Manifestantes invadiram e danificaram as sedes do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), demonstrando uma tentativa de desestabilização das instituições.

As motivações por trás desses atos foram o inconformismo com o resultado das eleições presidenciais de 2022, impulsionado por discursos extremistas e a disseminação de informações falsas. Os envolvidos buscaram, através da depredação de bens públicos e da tentativa de interromper o funcionamento das instituições, promover um golpe de Estado.

Desde o ocorrido, o Poder Judiciário tem trabalhado na responsabilização dos indivíduos envolvidos, abrangendo desde os executores diretos até aqueles que financiaram ou incentivaram a trama. A investigação, conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, tem desmembrado as condutas em diferentes núcleos de atuação, buscando identificar todas as conexões e responsabilidades.

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