Polícias Civis intensificam operação contra abuso infantil em 7 estados

Polícias Civis preveem desarticulação de rede de compartilhamento de material de abuso sexual de crianças e adolescentes em sete estados.

27/06/2026 01:29

2 min

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Lead: Polícias Civis de sete estados e do Distrito Federal intensificam operaçãocontra compartilhamento de material de abuso sexual de crianças e adolescentes. A ação, denominada Pharos 2, teve início nesta 4ª feira (24.jun.2026) e resultou na prisão de oito indivíduos e mandados de busca e apreensão.

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A operação, coordenada pelo Núcleo de Investigações Qualificadas da Divisão Policial do Interior da Polícia Civil do Paraná, mobilizou as Polícias Civis do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Ceará, Pernambuco e Distrito Federal.

Oito mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão foram cumpridos.

Origem da Investigação

As investigações foram iniciadas com a análise do conteúdo de um celular apreendido na 1ª fase da operação. A perícia do material foi realizada pela Polícia Científica do Paraná. O conteúdo revelou a troca de material de abuso sexual através de um aplicativo de mensagens, identificando os oito alvos da 2ª fase.

A ação visa desarticular uma rede de compartilhamento e armazenamento de material de abuso sexual de crianças e adolescentes. Os investigados podem ser responsabilizados por armazenamento e transmissão de material de abuso sexual infantil.

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Detalhes da Operação

A operação Pharos 2, que teve início em 24 de junho de 2026, representa uma continuidade das investigações iniciadas com a operação Pharos. A ação coordenada envolveu o trabalho conjunto de 7 Polícias Civis de diferentes estados, além do Distrito Federal.

O objetivo é combater o crime de abuso sexual infantil.

O formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 foi utilizado, com o consentimento aos termos da LGPD. A perícia do conteúdo foi crucial para identificar os indivíduos envolvidos na rede de compartilhamento de material de abuso.

Penas e Consequências

Os investigados podem responder por armazenamento e transmissão de material de abuso sexual infantil, com penas que podem chegar a 10 anos de prisão. A operação demonstra o esforço das forças policiais em proteger crianças e adolescentes contra o crime de abuso sexual.

A operação Pharos 2 representa um marco no combate ao crime de abuso sexual infantil, com a atuação coordenada de diversas Polícias Civis e o apoio da perícia técnica.

A conclusão da operação reforça o compromisso das instituições policiais com a proteção de crianças e adolescentes contra o crime de abuso sexual.

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