Policial Yasmin Cursino Ferreira suspensa após morte em São Paulo; veja o que muda!

Policial Militar é suspensa após abordagem fatal em São Paulo. Saiba os detalhes das restrições judiciais e a mudança na classificação de Yasmin Cursino

23/04/2026 20:31

2 min

Policial Yasmin Cursino Ferreira suspensa após morte em São Paulo; veja o que muda!
(Imagem de reprodução da internet).

Policial Militar é Suspensa Após Abordagem Fatal na Zona Leste de São Paulo

Uma policial militar que foi responsável pela morte de uma mulher durante uma abordagem na zona leste de São Paulo teve sua função pública suspensa nesta quarta-feira, dia 22. A decisão judicial impôs restrições severas à agente.

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Restrições Judiciais e Investigação do Caso

A policial está proibida de portar qualquer tipo de arma de fogo. Além disso, ela não pode manter contato com testemunhas, nem com os familiares da vítima. Há também a determinação de que ela não deixe a comarca sem autorização judicial.

Medidas de Cumprimento e Fundamentação Legal

Adicionalmente, a agente deverá cumprir recolhimento domiciliar durante a noite, no período compreendido entre 22h e 5h. A decisão judicial foi tomada após um pedido feito pela própria polícia.

Para o juiz Antônio Carlos Ponte de Souza, existem provas claras da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria. Segundo a autoridade policial, os elementos coletados apontam para uma conduta que “extrapola, de forma inequívoca, os limites do uso legítimo da força”.

Detalhes do Incidente e Situação Funcional

O caso envolve a policial Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, que atirou e causou a morte de Thawanna Salmázio no dia 3 de abril. A agente permanece afastada e sob investigação pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Alteração na Classificação Funcional

Uma atualização recente sobre o caso foi publicada no Diário Oficial de São Paulo, alterando a estrutura hierárquica da Polícia Militar. Com essa mudança, Yasmin, que era classificada como aluna-soldado, passa a ser formalmente enquadrada como “soldado”.

A Secretaria de Segurança Pública esclareceu que não houve promoção individual. A pasta informou que a alteração se deve à Lei nº 18.442, de 2 de abril de 2026, que unificou a nomenclatura ao extinguir a divisão entre soldados de 1ª e 2ª classe.

Impacto Administrativo da Mudança

O reajuste salarial, estimado em cerca de R$ 480, é um ajuste automático aplicado a todos os policiais que estavam enquadrados na antiga 2ª classe, segundo o governo.

Ao ser contatada pela CNN Brasil, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo optou por não se manifestar sobre os detalhes da decisão judicial.

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