Pesquisa aponta: 72% dos brasileiros sentiram alta nos preços dos alimentos em 2026!

Pesquisa aponta alta nos preços dos alimentos para maioria dos brasileiros
Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, dia 15, revela que a maioria dos brasileiros sentiu o aumento nos preços dos alimentos ao longo do último ano. Especificamente, 72% dos entrevistados relataram que os custos dos itens de supermercado subiram.
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Em contraste com esse cenário, apenas 8% dos consumidores observaram uma queda nos preços nas gôndolas. Já um grupo de 18% indicou que seus gastos com alimentação permaneceram estáveis, sem variações significativas.
Desafios econômicos e inflação em 2026
O encarecimento dos alimentos é um tema que deve aumentar os desafios enfrentados pelo governo em relação à economia nacional. De acordo com o mais recente Boletim Focus, as projeções de mercado para a inflação em 2026 já apontam para um patamar acima da meta estabelecida.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar o ano em 4,71%. Além disso, a situação geopolítica, como a guerra no Oriente Médio, tende a impactar o poder de compra das famílias. A alta no preço do petróleo, por exemplo, encarece o diesel e gera um efeito cascata nos custos gerais.
Percepção geral da economia e setor empresarial
A percepção de piora não se restringe apenas aos preços dos alimentos; ela abrange a economia como um todo. A pesquisa também mostrou que metade dos brasileiros sente que a situação do país deteriorou nos últimos doze meses.
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O setor empresarial também enfrenta dificuldades, principalmente devido às altas taxas de juros. Tais taxas acabam inibindo o crescimento dos negócios e limitando a disponibilidade de crédito para as empresas.
Necessidade de ajustes estruturais para o Brasil
Em um cenário de desafios macroeconômicos, especialistas têm enfatizado a urgência de soluções estruturais para o Brasil. Entre as propostas apontadas, destacam-se a necessidade de cortes no gasto público e a implementação de um novo ajuste fiscal.
A análise da pesquisa, que entrevistou 2.004 brasileiros entre os dias 9 e 13 de abril, utilizou entrevistas presenciais e questionários. O levantamento possui uma margem de erro de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.
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