Operação nos EUA Levanta Questionamentos Internacionais
Na noite de sábado (3.jan.2026), a página oficial da Casa Branca na plataforma X publicou um vídeo que mostra o que aparenta ser o líder da Venezuela (PSUV, esquerda) sob custódia nos Estados Unidos. As imagens mostram o indivíduo, vestindo um casaco preto com capuz, escoltado por três agentes da Agência de Combate a Drogas (DEA), algemado e segurando uma garrafa de água.
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Ele caminha por um corredor, em cujo chão é possível ler as inscrições “DEA NYD”.
A página “resposta rápida” escreveu “perp walk”, uma expressão que significa “desfile do prisioneiro”, que caracteriza a prática de levar um suspeito algemado, escoltado, de forma visível para o registro da imprensa. Maduro , nos EUA, junto à mulher, .
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Ambos foram capturados em Caracas em uma operação conduzida pelas Forças Armadas norte-americanas. Segundo o New York Times, o casal foi transferido inicialmente para a base naval de Guantánamo e, depois, levado de avião até o Estado de Nova York.
Chegada e Implicações Legais
Na chegada a Manhattan, o casal seguiu de helicóptero e pousou pouco antes das 19h (horário local; 21h em Brasília) em um heliporto às margens do rio Hudson. De acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Maduro deverá responder na Justiça federal, em Manhattan, a acusações de envolvimento com tráfico internacional de drogas e crimes relacionados a armas.
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Um novo indiciamento foi tornado público neste sábado e inclui, além do presidente venezuelano, integrantes de sua família e aliados políticos.
Acusações e Negações
O processo retoma acusações já apresentadas em 2020, que indicam suposta participação do líder venezuelano em esquemas de narcotráfico e cooperação com grupos armados estrangeiros. Maduro nega as acusações.
Intervenção Temporária e Reações
Após a operação, o presidente dos EUA, (Partido Republicano), afirmou que o país pretende assumir temporariamente a administração da Venezuela e explorar suas reservas de petróleo. O ATAQUE Trump anunciou no sábado (3.jan.2026), em seu perfil na rede Truth Social, que o país realizou uma .
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da 6ª feira (2.jan.2026). A operação foi realizada na madrugada de sábado (3.jan).
Ataques e Questionamentos Legais
Junto ao vídeo, a página “resposta rápida” escreveu “perp walk”, uma expressão que significa “desfile do prisioneiro”, que caracteriza a prática de levar um suspeito algemado, escoltado, de forma visível para o registro da imprensa. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana para capturar Maduro.
A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos. Há questionamentos quanto ao fato de os EUA fazerem uma operação militar em outro país sem aprovação do da (Organização das Nações Unidas). Trump diz que isso é desnecessário. Mas também há dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA.
A operação deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA.
Reações e Perspectivas Futuras
O secretário de Estado, , declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência. É incerto se houve mortes e feridos na ação. Até a publicação desta reportagem, autoridades venezuelanas não haviam divulgado números, mas afirmaram que civis morreram durante a operação.
Segundo o New York Times, foram ao menos 40 mortes. Um oficial norte-americano disse que não houve baixas entre militares dos EUA. Não falou sobre eventuais mortes venezuelanas.
Intervenção e Relações Internacionais
No início da tarde de sábado (3.jan.2026), Trump a jornalistas que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida. Não detalhou como isso seria feito, concentrando-se em declarações sobre a .
Pela Constituição venezuelana, o poder deveria ser exercido pela vice-presidente, . Trump disse que Rubio conversou com Rodríguez e que ela manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA. Sobre a líder oposicionista , vencedora do de 2025, Trump que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.
Em pronunciamento ao vivo no fim da tarde de sábado (3.jan), Rodríguez as declarações de Trump, classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional. “Esse é o único tipo de relação possível.
Não seremos colônia de nenhum outro país”, disse.
