Mulher indiciada entrega cão morto para vereadora em Novo Hamburgo

Uma mulher foi indiciada por enviar um cachorro morto para a vereadoraDeza Guerreiro, após uma investigação concluída na quinta – feira (9). O caso, que envolve um Pinscher, gerou grande repercussão na região.
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Investigação e Motivação
Segundo o delegado Rafael Sauthier, responsável pela investigação, a entrega do cão foi um ato de “protesto” da acusada. “O cão morto, sob a tutela da própria acusada, foi vítima de um ataque de cães comunitários próximos à sua residência”, informou o delegado em comunicado.
A investigação revelou que, no sábado (4), a mulher ligou para o vice – prefeito relatando o ataque. Ela tentou prestar os primeiros socorros ao animal, utilizando dipirona, mas não conseguiu arcar com os custos de um tratamento veterinário devido a problemas de saúde recentes.
O cão faleceu na madrugada de domingo (5) para segunda – feira (6). Na segunda – feira, a mulher contratou um serviço de aplicativo e solicitou que o motorista entregasse uma caixa contendo o corpo do animal na câmara de vereadores de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, diretamente para Deza Guerreiro, que atua como defensora da causa animal.
O Motorista e a Entrega
O delegado Sauthier esclareceu que o motorista de aplicativo não teve envolvimento no caso e desconhecia o conteúdo da caixa. “A remessa da carcaça do animal foi uma forma de protesto pela omissão em relação aos cães comunitários, segundo a acusada”, explicou.
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De acordo com informações da prefeitura e da vereadora, não há registros de reclamações anteriores sobre o problema dos cães comunitários na prefeitura ou no gabinete da parlamentar.
Delitos e Consequências
A acusada foi indiciada por delitos ainda a serem definidos. A investigação está em andamento para determinar a extensão das responsabilidades legais.
O caso destaca a complexidade de questões relacionadas à posse de animais de estimação, à segurança pública e ao papel da vereadora na defesa dos direitos dos animais.
O Pinscher, raça Pinscher, foi um elemento central na investigação, revelando detalhes sobre a rotina da acusada e suas motivações.
A situação gerou debates sobre a necessidade de regulamentação e controle da população de cães comunitários em áreas urbanas.
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