Ministro celebra: 5,1 milhões de famílias saem do Bolsa Família e da pobreza!

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, destacou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, um marco significativo: 5,1 milhões de famílias deixaram o programa Bolsa Família desde 2023. A informação foi compartilhada durante sua participação no programa da EBC, onde enfatizou que essa saída do programa está diretamente ligada à superação da linha da pobreza por meio da inserção no mercado de trabalho e da geração de renda.
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Novo Modelo Estimulador e Empreendedorismo
O ministro ressaltou que, com a implementação de um novo modelo estimulador do emprego, esse número de 5,1 milhões de famílias conseguiu romper com a pobreza. Ele enfatizou que “saíram do Bolsa Família porque saíram da pobreza”. Atualmente, 7,1 milhões de famílias beneficiárias possuem emprego formal ou estão envolvidas em alguma atividade econômica, recebendo o auxílio devido à renda familiar ainda estar abaixo da linha da pobreza.
Microempreendedores e Geração de Renda
De acordo com o ministro, cerca de 5,9 milhões de pessoas inscritas no Cadastro Único atuam como microempreendedores. Alguns desses beneficiários, inclusive, passaram a empregar outras pessoas, demonstrando um ciclo de geração de renda e oportunidades. Essas famílias buscam alternativas como empreender pequenos negócios ou encontrar emprego formal.
Brasil no Grupo de Países com IDH Elevado
O ministro celebrou a inclusão do Brasil no grupo de países com IDH considerado “muito elevado” pela Organização das Nações Unidas (ONU), atribuindo esse resultado às políticas sociais e educacionais implementadas no país. Ele acredita que essas ações são cruciais para o desenvolvimento social e econômico do Brasil.
Críticas e Defesa das Políticas Sociais
Durante a entrevista, o ministro reagiu às críticas do apresentador Luciano Huck, proferidas no 5º Fórum Esfera em Guarujá (SP), no último sábado, 23 de maio. Huck sugeriu que os beneficiários buscariam “atalhos” para permanecer no programa indefinidamente.
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Dias classificou a fala como “feia” e defendeu que a “falta de informação também é uma arma perigosa”, ressaltando a persistência de preconceitos contra a população de baixa renda no Brasil. O ministro defendeu que programas como o Bolsa Família são essenciais para garantir que as pessoas nunca mais sejam humilhadas.
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