Médico em Umuarama dispara contra paciente e rouba carro; veja o que acontece agora!

Médico Residente é Detido Após Disparar Contra Paciente e Roubar Veículo em Umuarama
Um grave incidente ocorreu na tarde desta quarta-feira, dia 15, no Hospital CEMIL, em Umuarama, no noroeste do Paraná. O médico residente Gabriel Damasceno Camargo, de 27 anos, atirou contra uma paciente de 57 anos durante o atendimento.
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Após o disparo, o profissional fugiu do hospital e, em seguida, cometeu um roubo de carro. A Polícia Militar conseguiu localizar o veículo e efetuou a prisão do residente ainda na mesma tarde.
Detalhes do Confronto e da Fuga
Leonardo Rodrigues Martinez relatou que o residente estava prestando assistência em uma consulta com outro médico. Segundo o relato, o disparo ocorreu quando o supervisor se virou momentaneamente.
Enquanto as autoridades prestavam atendimento no hospital, foi recebido um chamado sobre um roubo de automóvel. O residente, após deixar a unidade de saúde, utilizou a mesma arma para subtrair um Toyota Corolla. Ele efetuou dois disparos, mas a vítima conseguiu desviar dos tiros.
A Situação Legal e Psiquiátrica
Durante o interrogatório, Gabriel Damasceno Camargo se recusou a comentar sobre os crimes cometidos. Contudo, ele informou aos agentes policiais que sofre com um transtorno afetivo bipolar.
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A defesa do residente comunicou à CNN Brasil que ainda não teve acesso total aos autos do processo. Eles garantiram que adotarão todas as medidas cabíveis e que se manifestarão de forma mais detalhada no futuro.
Ações do Conselho Regional de Medicina
O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) emitiu uma nota informando que acompanhará o caso e instaurará um processo de sindicância. Este procedimento visa apurar todas as circunstâncias do ocorrido.
O CRM-PR esclareceu que, caso seja comprovada uma conduta que viole as regras éticas, as sanções podem variar desde uma advertência confidencial até a cassação do exercício profissional, dependendo da gravidade e do grau de culpa apurados.
Procedimentos Éticos e Defesa do Profissional
O Conselho ressaltou que, conforme o Código de Processo Ético-Profissional (Resolução CFM nº 2.306/2022), as sindicâncias e os processos ético-profissionais tramitam sob sigilo processual. Isso assegura às partes envolvidas os direitos constitucionais ao contraditório e à ampla defesa.
A defesa reforçou que qualquer conclusão precipitada seria prematura, especialmente antes que todos os fatos fossem completamente esclarecidos.
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