María Corina Machado defende Trump e fala do retorno à Venezuela com apoio dos EUA

María Corina Machado Defende Apoio a Donald Trump e Retorno à Venezuela
Em Madri, neste sábado, 18 de abril, a líder opositora venezuelana María Corina Machado afirmou que não se arrepende de ter presenteado Donald Trump com seu Prêmio Nobel da Paz. A declaração veio em meio a discussões sobre seu retorno à Venezuela, processo que ela está coordenando com os Estados Unidos.
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A Defesa de Donald Trump e o Apoio dos EUA
Questionada sobre sua postura, Corina Machado destacou que “há um líder no mundo, um chefe de Estado no mundo, um, que colocou em risco a vida de cidadãos de seu país pela liberdade da Venezuela, e este é Donald Trump”.
Ela também abordou as ações dos Estados Unidos após a operação militar de janeiro que levou o presidente Nicolás Maduro a deixar o poder. “E isso é algo que nós, venezuelanos, sempre recordaremos e sempre agradeceremos, portanto, não, não me arrependo”, acrescentou em coletiva de imprensa.
Coordenação do Retorno ao País
Sobre seu retorno à Venezuela, onde esteve em clandestinidade antes de viajar para receber o Nobel em Oslo, em dezembro, Machado informou que está em contato com Washington. “Estou falando sobre isso com o governo dos Estados Unidos e estamos fazendo em coordenação, com respeito mútuo e entendimento”, afirmou a opositora.
Ela ressaltou que o apoio de Washington é “fundamental para avançar em uma transição democrática” no país.
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Críticas a Gustavo Petro e o Cenário Político Venezuelano
Aproveitando o momento em Madri, Machado direcionou críticas ao presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que participava de um encontro de líderes progressistas em Barcelona. Ela exigiu um governo venezuelano que incluísse a presidenta interina, Delcy Rodríguez, e a oposição.
A líder opositora acusou o presidente colombiano de buscar “desesperadamente desculpas” para que eleições na Venezuela não ocorram. Ela incluiu Petro entre os “atores ou forças que buscam desesperadamente desculpas, manobras, para impedir o avanço do processo eleitoral na Venezuela”.
Lamentações sobre o Processo Eleitoral
“Agora os mesmos atores que, diante de eleições fraudulentas que violavam a Constituição, insistiam a todo custo que era preciso participar, se negam a que existam eleições”, lamentou Machado.
Em relação à política interna, ela avaliou duramente: “Delcy Rodríguez representa o caos, Delcy Rodríguez representa a violência, Delcy Rodríguez e seu regime representam o terror”.
Próximos Passos e Manifestações em Madri
Em paralelo, Petro anunciou sua viagem a Caracas para o dia 24 de abril, marcando a primeira visita de um líder latino-americano ao país desde a queda de Maduro. Em Madri, local de grande presença de venezuelanos emigrados, María Corina Machado participará de um ato em apoio ao seu movimento.
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