Lula e Alckmin lideram apoio à lei da dosimetria após derrubar veto!

Apoio Parlamentar e Derrubada do Veto na Dosimetria
A recente derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei da dosimetria no Congresso Nacional gerou um cenário político complexo, marcado por alianças e divergências. O projeto, que visa regulamentar a aplicação de penas, recebeu o apoio de diversos partidos com representação na Esplanada dos Ministérios, evidenciando a importância de negociações estratégicas para a aprovação de medidas legislativas.
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Partidos e Votações
Os votos favoráveis à derrubada do veto foram expressos por partidos como o PSD, com Alexandre Silveira à frente do Ministério de Minas e Energia, e o PDT, representado por Wolney Queiroz no Ministério da Previdência. O PSB, partido do vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, também se posicionou a favor da medida, com Márcio França liderando o Ministério do Empreendedorismo.
A situação se refletiu no Senado, onde a votação foi unânime, demonstrando um forte apoio à decisão.
Divergências e Votos Contrários
Em contrapartida, partidos de esquerda, incluindo PT, PV, PC do B, Psol e Rede, mantiveram o veto presidencial. A votação na Câmara e no Senado revelou uma clara divisão política, com 11 partidos votando pela derrubada da medida. Entre eles, PL, Novo, PRD, Cidadania, PSDB e Missão na Câmara, e União Brasil, PL, Novo, PSDB e Avante no Senado.
Situação no Senado e Voto Ausente
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), não compareceu à sessão e não registrou voto, alegando problemas no sistema de votação remota. A situação gerou debates sobre a organização do processo eleitoral e a necessidade de garantir a participação de todos os parlamentares.
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Aprovação de Jorge Messias para o STF
Enquanto isso, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concentrava esforços na aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). A articulação política do Palácio do Planalto buscava flexibilizar o veto presidencial, mas a estratégia não obteve sucesso, com 42 votos contrários e 34 favoráveis, um cenário inédito desde 1894.
A oposição já contava com os votos necessários para derrubar o veto e dava como certa a vitória. A sessão ocorreu em um momento crucial, com a promulgação do veto por Lula em 8 de janeiro de 2026, marcando os primeiros anos do novo governo. Agora, cabe ao presidente promulgar a decisão do Congresso, ou ao presidente do Senado, que tem o mesmo prazo.
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