Lula Agressa Rio: Cobra Ação Contra Crime Organizado e Milícias!

Lula acusa Rio de Janeiro de inércia e cobra ação contra crime organizado. Urge investigação e prisão de milícias! #Lula #RioDeJaneiro

11/06/2026 06:40

3 min

Lula Agressa Rio: Cobra Ação Contra Crime Organizado e Milícias!
(Imagem de reprodução da internet).

Lula Cobra Ação Contra Crime Organizado no Rio de Janeiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou a pressão sobre as autoridades do Rio de Janeiro, solicitando ao governador interino Ricardo Couto que priorize a investigação e prisão de indivíduos envolvidos em atividades criminosas e em organizações paramilitares que operam no estado.

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A declaração foi proferida durante a inauguração da sede do CDTS da Fiocruz, no Rio de Janeiro, em um evento que marcou um momento de reafirmação do compromisso do governo federal com a segurança pública na região.

Contexto Político e Gestão Interina

A situação no Rio de Janeiro é complexa, com o governador interino Ricardo Couto, presidente licenciado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, liderando o estado em um período de transição. A nomeação de Couto, após a renúncia do ex-governador e a saída do vice, refletiu uma tentativa de estabilidade institucional diante de um cenário político turbulento.

A gestão interina, com a possibilidade de outros nomes como o presidente da Alerj, também sendo considerados, demonstra a busca por soluções para a crise de segurança.

Ataques e a Proposta de Combate ao Crime

Lula classificou a decisão da Justiça de nomear Couto como “correta”, enfatizando a necessidade de combater o crime organizado e as milícias que controlam territórios no Rio de Janeiro. O presidente expressou o desejo de que o povo carioca possa recuperar o controle de seu território, demonstrando um compromisso com a segurança e a ordem pública.

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A declaração veio acompanhada de uma promessa de apoio do governo federal no combate a essas ameaças.

PEC da Segurança Pública e o Futuro do Ministério da Justiça

O presidente também abordou a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que visa garantir a autonomia e proteção dos Fundos Nacional de Segurança Pública e Penitenciária. A medida, aprovada na Câmara, busca evitar cortes orçamentários e o uso da Draa (Destinação Reflexo da Autonomia), mecanismo que permite ao governo federal desvincular verbas.

Lula mencionou a possibilidade de dividir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, embora a criação de um novo ministério seja considerada improvável até o final do mandato.

PEC em Votação e Implicações Eleitorais

O texto da PEC, que foi publicado em 4 de março de 2026, aguarda agora a aprovação do Senado. A proposta é vista como uma bandeira do governo federal, especialmente em vista das eleições que se aproximam. A aprovação da PEC pode ter um impacto significativo na política de segurança pública do país, com implicações para o financiamento de programas e a atuação do Ministério da Justiça.

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