Lídia Jorge conquista Prêmio Camões em 2026, honrando literatura portuguesa

A escritora Lídia Jorge foi laureada com o Prêmio Camões em 2026, o mais importante da língua portuguesa, gerando interesse no Brasil.
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A premiação, concedida por meio de subsídio da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) – entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) e do Governo de Portugal – reconhece a relevância de autores de diversas nacionalidades.
Brasileiros Premiados
Ao longo de sua história, o Prêmio Camões já homenageou diversos autores brasileiros. João Cabral de Melo Neto, em 1990, foi o primeiro a receber a honraria, marcando um momento significativo na literatura nacional.
Três anos depois, Rachel de Queiroz, tradutora, romancista e jornalista, conquistou o prêmio, tornando – se a primeira mulher a receber o reconhecimento.
Em 1994, Jorge Amado, autor de obras icônicas como “Capitães de Areia” e “Gabriela, Cravo e Canela”, foi agraciado com o prêmio aos 82 anos, consolidando sua posição como um dos maiores nomes da literatura brasileira.
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Em 1998, o sociólogo e crítico literário Antonio Candido recebeu o prêmio em Lisboa, após o sucesso de artistas de Portugal e Angola.
Autran Dourado recebeu o prêmio em 2000, durante uma cerimônia no Rio de Janeiro, demonstrando a importância do reconhecimento internacional para autores brasileiros.
Rubem Fonseca também foi condecorado em 2003, com a participação de Heloísa Buarque de Holanda e Pepetela no júri.
Em 2005, Lygia Fagundes Telles, conhecida como “a dama da literatura brasileira”, foi a segunda mulher a receber o prêmio, homenageando uma figura fundamental da cultura nacional.
João Ubaldo Ribeiro ganhou o prêmio em 2008, com suas obras adaptadas para a televisão e cinema, além de reconhecimentos internacionais.
Ferreira Gullar, cujo nome verdadeiro é José Ribamar Ferreira, recebeu o prêmio em 2010, destacando a diversidade de talentos na literatura brasileira.
Dalton Trevisan, autor de “O Vampiro de Curitiba”, recebeu o prêmio em 2012, em Lisboa, celebrando a riqueza da literatura contada em prosa.
Alberto Costa e Silva, diplomata, poeta e historiador, foi premiado em 2014, reconhecendo suas contribuições para a cultura e o conhecimento.
Raduan Nassar, após estudar filosofia e direito na Universidade de São Paulo, recebeu o prêmio em 2016, marcando sua estreia na literatura com a obra “Lavoura Arcaica”.
Chico Buarque, cantor e escritor, recebeu o prêmio em 2019, apesar do atraso de quatro anos em sua premiação.
Silviano Santiago, ensaísta, poeta e romancista, foi o penúltimo brasileiro a receber o prêmio em 2022.
Adélia Camões recebeu o prêmio em 2024, aos 88 anos, com seus sucessos literários como “O Coração Disparado” e “Solte os Cachorros”.
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