Crise na América Latina: Reações de líderes após ação em 2026. Gustavo Petro denuncia situação e pede diálogo. Argentina e Cuba também se manifestam.
Uma ação ocorrida neste sábado (3 de janeiro de 2026) gerou fortes reações entre líderes da América Latina. A situação instável rapidamente se tornou um ponto de preocupação, com implicações potenciais para a estabilidade da região. A resposta inicial foi marcada por declarações firmes e apelos à resolução pacífica de conflitos.
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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro (esquerda), manifestou seu repúdio à ação, enfatizando a necessidade de assistência ao seu país e à Venezuela. O governo colombiano convocou o Conselho de Segurança Nacional para avaliar a situação e preparar-se para possíveis fluxos migratórios.
Petro ressaltou o princípio da autodeterminação dos povos, defendendo que os conflitos devem ser resolvidos internamente, através do diálogo e da paz.
O presidente da Argentina, (La Libertad Avanza, direita), utilizou a plataforma X para comentar a ação. Ele compartilhou uma notícia sobre o incidente, acompanhada de uma declaração característica, sem entrar em detalhes sobre a situação. A mensagem refletiu a postura de seu partido, sem oferecer uma análise aprofundada do evento.
O líder cubano também se manifestou publicamente sobre a ação. Ele denunciou o ataque aos Estados Unidos da Venezuela, exigindo uma resposta urgente da comunidade internacional. A declaração expressou preocupação com a situação na Venezuela, caracterizando o evento como “terrorismo de Estado” e invocando o lema “Pátria ou morte!”.
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A mensagem enfatizou a importância do diálogo entre os povos como caminho para a união nacional.
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