Líbano denuncia ataques em bairros de Beirute e pede ajuda urgente na ONU em 2026

Líbano Denuncia Ataques Intensos em Bairros Populosos e Pede Intervenção na ONU
O Líbano formalizou uma queixa junto à ONU após uma série de ataques que, em uma semana, resultaram em mais de 350 mortes e deixaram cerca de 1.200 feridos em diversas áreas do país, incluindo Beirute. As ações foram descritas como uma campanha sem precedentes, visando bairros considerados “densamente povoados” e sem qualquer aviso prévio.
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Escalada de Violência e Ataques em Horários de Pico
“A mensagem ressaltou que este representa o nível de violência mais alto desde 2 de março, e que o número de bombardeios atingiu aproximadamente 100 em menos de dez minutos”, comunicou o Ministério das Relações Exteriores do Líbano nesta quarta-feira, por meio de um comunicado oficial.
Destruição Generalizada em Áreas Residenciais
“Bairros residenciais com alta densidade populacional foram alvos de ataques durante horários de pico e sem qualquer aviso prévio, o que causou uma destruição generalizada e resultou na perda de centenas de vidas”, acrescentou o departamento governamental em sua nota.
Documento Oficial Apresentado às Nações Unidas
O comunicado foi endereçado ao Conselho de Segurança e ao secretário-geral da ONU, além de ser protocolado como documento oficial na Assembleia Geral. Segundo o último balanço divulgado, os ataques ocorridos em 8 de abril deixaram um mínimo de 357 mortos e 1.223 feridos.
Dificuldades no Levantamento de Vítimas
O Líbano alertou, contudo, que a elaboração de um balanço definitivo demandará tempo considerável, devido à complexidade de identificar muitos restos mortais que necessitam de exames de DNA.
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Denúncia de Alvos Sanitários em Ataques Israelenses
As ações militares provocaram o colapso de edifícios inteiros na capital e representaram o pico de intensidade desde o início do conflito, há seis semanas. O documento apresentado pelo Líbano também denunciou ataques israelenses direcionados a instalações de saúde libanesas desde 2 de março.
A nota detalhou que foram atingidos 17 centros hospitalares e 101 veículos destinados a equipes de emergência, como ambulâncias, segundo as informações contidas no documento.
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