Lecanemabe (Leqembi) chega em 2026: entenda o custo e o impacto no Alzheimer!

Lecanemabe, medicamento para Alzheimer, chega às farmácias brasileiras em 2026
O lecanemabe, um tratamento destinado a pacientes em estágio inicial do Alzheimer, estará disponível nas farmácias brasileiras a partir do final de junho de 2026. O medicamento, comercializado sob o nome Leqembi, foi desenvolvido por grandes farmacêuticas.
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Custos e Aprovação do Tratamento
O custo mensal estimado para o Leqembi varia entre R$ 8.108,94 e R$ 11.075,62, dependendo dos impostos estaduais aplicados. A dose unitária pode custar cerca de R$ 5.500. O preço foi estabelecido na sexta-feira, 17 de abril de 2026.
É importante notar que a Anvisa havia aprovado o produto em dezembro de 2025. O lecanemabe funciona reduzindo as placas beta-amiloides no cérebro, um acúmulo que é uma marca característica da doença de Alzheimer.
Como o Medicamento Atua e Como é Aplicado
Com o uso deste medicamento, é possível retardar a progressão da perda de memória e de outras funções cognitivas. Segundo a Anvisa, o produto é uma solução diluída destinada à infusão intravenosa.
Ele será comercializado em embalagens contendo um ou dois frascos-ampola, com volumes de 2 mL ou 5 mL. A administração ocorre em ambiente hospitalar, sendo necessária uma sessão de uma hora a cada duas semanas.
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Resultados Clínicos e Precauções
A eficácia clínica do medicamento foi avaliada em um estudo que envolveu 1.795 pessoas diagnosticadas com Alzheimer em estágio inicial. A pesquisa, publicada no The New England Journal of Medicine, demonstrou que o tratamento com Leqembi diminuiu em 27% o declínio cognitivo ao longo de 18 meses.
No entanto, o estudo também apontou uma contraindicação crucial: o Leqembi não deve ser usado em pacientes com a mutação do gene ApoE4, pois isso eleva o risco de efeitos colaterais sérios, como inchaço cerebral temporário ou pequenos sangramentos na superfície ou dentro do cérebro.
Considerações Finais sobre Cobertura
Atualmente, ainda não há definição clara sobre a cobertura deste tratamento por parte dos planos de saúde ou sobre sua incorporação ao sistema público de saúde. A bula do medicamento reforça que o teste genético deve ser realizado antes do início de qualquer tratamento.
Autor(a):
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