KENZO e New Era lançam coleção exclusiva de bonés em Paris! Maison francesa busca novos públicos com colaboração liderada por NIGO. Confira os modelos!
A KENZO anunciou uma colaboração com a New Era para o lançamento de uma coleção de bonés, apresentada em seu desfile de primavera/verão de 2026 em Paris. A iniciativa representa uma estratégia da maison francesa para atrair um público mais diversificado e se adaptar às mudanças no mercado de luxo global.
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A parceria é liderada por NIGO, diretor artístico da KENZO desde 2021.
A coleção combina elementos dos arquivos gráficos da KENZO com o design icônico do 59FIFTY da New Era. Os bonés serão lançados em edições limitadas, exclusivamente através do site da KENZO.
O lançamento ocorre em um momento de reestruturação do setor de vestuário. Marcas enfrentam um crescimento mais lento, pressão sobre as margens de lucro e uma mudança no perfil do consumidor, especialmente na Ásia, principal região de vendas da KENZO.
A coleção inclui quatro modelos do 59FIFTY, divididos em duas versões com bordados gráficos e frases inspiradas nos arquivos históricos da KENZO e duas opções com estampas florais em fullprint. Todos os bonés apresentam o logotipo KENZO PARIS bordado na parte de trás.
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Os modelos Cartoon Yellow e Cartoon Black exploram ilustrações e uma linguagem visual mais próxima do streetwear. Já os bonés Checkered Floral e Archive Rose utilizam poliéster e apostam em composições florais multicoloridas, reinterpretando um código tradicional da marca.
Para a New Era, a parceria reforça a estratégia de aproximar a marca do universo da moda. “Trazer o 59FIFTY para o campo criativo de uma maison como a KENZO amplia o papel do boné como produto cultural e não apenas esportivo”, afirmou Guilherme Nogueira, CEO da New Era Brasil.
Desde a chegada de NIGO em 2021, a KENZO tem buscado se conectar com a cultura jovem, o streetwear e colaborações estratégicas. O posicionamento da marca visa um público alinhado aos Millennials e Gen Z, que devem representar até 70% das vendas globais de luxo até o fim da década, conforme levantamento da Accio.
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