JNE do Peru rejeita pleito em Lima e confirma data crucial para segundo turno em 7 de junho

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25/04/2026 08:27

2 min

JNE do Peru rejeita pleito em Lima e confirma data crucial para segundo turno em 7 de junho
(Imagem de reprodução da internet).

Júri Nacional de Eleições do Peru rejeita pleito complementar em Lima e confirma data do segundo turno

O Júri Nacional de Eleições (JNE) do Peru decidiu nesta sexta-feira, dia 24, não realizar eleições complementares em Lima. A decisão veio após analisar as irregularidades apontadas no processo eleitoral ocorrido em 12 de abril. O órgão eleitoral manteve, por sua vez, a data do segundo turno presidencial para o dia 7 de junho.

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Decisão Unânime do JNE

Em um comunicado oficial, o organismo eleitoral informou que o Pleno do JNE votou por unanimidade pela inviabilidade de novas eleições. Essa conclusão foi baseada em uma análise técnico-jurídica detalhada e nos relatórios fornecidos pelas instâncias competentes.

Alegações de Rafael López Aliaga

O candidato de perfil ultraconservador e ex-prefeito de Lima, Rafael López Aliaga, havia solicitado a repetição das eleições na capital. Ele alegou que falhas nas seções de votação impediram que um grande número de seus apoiadores exercesse seu direito ao voto.

Disputa apertada no segundo turno

Atualmente, Sánchez e López Aliaga disputam o segundo turno de forma muito acirrada, votando quase um a um. O esquerdista radical, Roberto Sánchez, lidera com uma pequena vantagem de 20 mil votos sobre López Aliaga. Keiko Fujimori permanece como a única candidata com sua vaga garantida.

Contexto das Irregularidades Eleitorais

O pedido de novas eleições foi motivado pelo alegado atraso na distribuição do material eleitoral, o que, segundo os envolvidos, impossibilitou o voto de mais de 50 mil pessoas. Essa situação forçou as autoridades a estenderem o dia de votação.

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Em paralelo, houve movimentações policiais. A polícia realizou uma busca na residência de Piero Corvetto, o ex-chefe do órgão eleitoral responsável pela organização do pleito, como parte de uma investigação sobre suposto conluio ligado à votação.

Corvetto havia renunciado na terça-feira, pouco antes de ser ouvido pelo Ministério Público, em meio às diversas falhas registradas na jornada de 12 de abril que atrasaram a apuração dos votos.

Perspectivas Futuras

A decisão do JNE marca o encerramento das discussões sobre a anulação do pleito em Lima. Os candidatos agora se concentram na preparação para o confronto direto agendado para 7 de junho, mantendo a tensão política em torno dos resultados.

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