Sargento americano acusado de apostar US$ 400 mil com segredos de Maduro e Venezuela!

Soldado Americano Acusado de Apostar com Informações Confidenciais sobre Maduro
Um sargento do Exército americano, Gannon Van Dyke, foi acusado pelas autoridades de realizar apostas ilícitas no valor de US$ 400 mil. As apostas estavam relacionadas à captura e subsequente remoção do ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos no início de janeiro.
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Detalhes das Acusações e Investimentos
As acusações apontam que, nas semanas que antecederam a operação, Van Dyke utilizou informações sensíveis e confidenciais. Ele teria feito apostas no mercado Polymarket, apostando sobre o desfecho do caso de Maduro e da Venezuela.
Investimento em Informações Sensíveis
O Departamento de Justiça alega que, por volta de 26 de dezembro de 2025, Van Dyke criou uma conta na plataforma. A partir desse momento, ele começou a investir em apostas ligadas a Maduro e à Venezuela. Ele é acusado de apostar mais de US$ 33.000, um valor que equivale a aproximadamente 165.950 reais, enquanto estava com acesso a dados confidenciais sobre a Operação Absolute Resolve.
Implicações Legais e Acusações Formais
Diante dos fatos, um júri da corte federal de Manhattan indiciou o sargento. As acusações incluem uso ilícito de informação governamental confidencial para ganho pessoal, furto de informação governamental privada, fraude de mercadorias e fraude eletrônica, além de transações monetárias ilícitas.
Restrições para Militares em Serviço
“Nossos homens e mulheres em uniforme têm acesso a informações confidenciais para que possam cumprir sua missão da maneira mais segura e eficaz possível e estão proibidos de usar essas informações altamente sensíveis para obter ganhos financeiros pessoais”, declarou o Procurador-Geral interino dos EUA, Todd Blanche, em um comunicado oficial.
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Desenvolvimento do Caso e Evidências Apresentadas
O Departamento de Justiça dos EUA informou que Van Dyke deve comparecer ao julgamento na semana corrente. Os procuradores afirmam que o sargento, que serve nas Forças Armadas americanas desde 2008, esteve envolvido no planejamento e na execução da captura de Maduro, embora não detalhassem mais o envolvimento.
A Fotografia como Prova Central
O processo utiliza uma fotografia que Van Dyke salvou em sua conta do Google na manhã de 3 de janeiro, data da operação. Essa imagem foi capturada algumas horas após as forças americanas terem trazido Maduro a bordo do navio USS Iwo Jima.
“Essa fotografia retrata Van Dyke no que parece ser o convés de um navio no mar, ao nascer do sol, vestindo uniforme militar americano e carregando um rifle, ao lado de três outros indivíduos também vestindo uniforme militar americano”, detalha a acusação.
Conclusão do Processo Judicial
O caso levanta sérias questões sobre o uso ético e legal de informações de inteligência por militares em serviço ativo. As autoridades reforçam a proibição de monetizar dados confidenciais obtidos em missões de segurança nacional.
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