Governo Lula avalia tarifas americanas e busca reduzir impacto em exportadores

Governo Lula Avalia Tarifas Americanas, Reconhece Impacto em Exportadores
O governo Lula afirma que a alíquota de 25% proposta pelo USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca) pode afetar exportadores brasileiros, mas destaca diferenças em relação à tarifa de 50% aplicada em 2024. Naquele ano, o Brasil liderou o ranking de países impactados por essa tarifa.
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Em 2024, a tarifa de 25% é considerada menos prejudicial em comparação com a situação anterior, onde a maioria dos parceiros comerciais enfrentava alíquotas de pelo menos 10%, com alguns entre 20% e 30%. Segundo o USTR, a investigação sobre o Brasil já corria, além de outra investigação aberta contra 59 parceiros, incluindo União Europeia e China.
Investigação e Processo Global
O governo brasileiro espera que a investigação avançada, concluída no segundo semestre de 2026, estabeleça tarifas equivalentes às de outras grandes economias. Apesar do reconhecimento de que as tarifas “machucam” os produtores, negociações apontam para uma menor perda de competitividade dos produtos brasileiros em relação aos parceiros dos EUA.
Experientes negociadores ressaltam que, ao contrário de 2024, a tarifa de 25% não representa uma queda tão significativa na competitividade dos produtos brasileiros no mercado americano.
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