Gilmar Mendes defende inquérito fake news até eleições; Moraes e STF em foco!

Gilmar Mendes defende manutenção do inquérito das fake news até as eleições
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, manifestou publicamente seu apoio à continuidade do inquérito sobre notícias falsas. Em entrevista concedida ao Jornal da Globo na quarta-feira, dia 22 de abril de 2026, ele enfatizou que a investigação, conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, “continua necessária”.
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Segundo Gilmar, ele percebe que o Supremo Tribunal Federal “vem sendo vilipendiado”. Ele ressaltou a importância de manter o inquérito aberto até o período eleitoral, afirmando que é preciso que isso seja dito em voz alta.
Defesa da integridade do STF e críticas a outras investigações
O ministro citou, como exemplo, a postura do relator da CPI do Crime Organizado ao atacar a Corte e solicitar o indiciamento. Para Gilmar, foi um momento crucial manter o inquérito ativo até as eleições.
Além disso, ele abordou a notícia-crime apresentada por Gilmar Mendes contra o pré-candidato à Presidência, Zema. Este caso, já enviado à Procuradoria Geral da República, trata de conteúdo publicado nas redes sociais de Zema quando ele era governador.
Detalhes sobre a notícia-crime e o inquérito
A notícia-crime em questão utiliza fantoches que simulam os ministros do Supremo. No documento, Gilmar Mendes alegou que o ex-governador teria desrespeitado não apenas a honra e a imagem do STF, mas também a própria honra da Corte.
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O inquérito das fake news, iniciado em 14 de março de 2019 sob o número 4.781, é um processo sigiloso. Ele foi aberto por decisão do então presidente do Supremo, Dias Toffoli, com o objetivo de apurar ofensas consideradas criminosas contra a Corte e seus membros.
A continuidade das apurações no Supremo Tribunal Federal
A investigação em tela já contou com centenas de indiciados e, segundo o relato, não possui um prazo definido para seu encerramento. A defesa de Gilmar Mendes visa garantir que a apuração permaneça ativa, protegendo a imagem institucional do STF.
A manifestação reforça a visão de que o debate sobre desinformação e ataques às instituições deve ser acompanhado de rigor investigativo, especialmente em períodos políticos sensíveis como o que antecede as eleições.
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