EUA retiram proteína bovina brasileira de lista com sobretaxa

EUA removem proteína bovina brasileira de lista com sobretaxa, aliviando preocupações da indústria e abrindo caminho para 2026.

06/07/2026 01:52

2 min

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Lead: Após investigação dos EUA, proteína bovinabrasileira é retirada de lista de produtos com sobretaxa de 25%. A medida, considerada “bastante positiva” pela indústria, visa mitigar riscos de perda de competitividade no mercado americano.

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A CNN teve acesso a informações da indústria exportadora de carnes que apontam para uma avaliação positiva da exclusão da proteína da lista de produtos brasileiros sujeitos a sobretaxa de 25%, resultante de uma investigação conduzida pelos Estados Unidos sob a Seção 301.

A Abiec (Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes) ainda não emitiu declaração oficial, mas fontes da entidade alertam para o risco de perda imediata de competitividade da carne bovina brasileira no mercado americano.

Contexto do Mercado e Análise dos EUA

A decisão dos Estados Unidos, segundo analistas, representa um reconhecimento da importância da carne bovina brasileira para o abastecimento do mercado doméstico, especialmente considerando a redução histórica do rebanho americano e os preços elevados da proteína no país.

A sobretaxa de 25% havia gerado preocupação entre os exportadores brasileiros, que temiam um impacto negativo nas vendas.

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A exclusão da carne bovina da lista de produtos sujeitos à sobretaxa de 25% também inclui café, frutas, nozes, especiarias, petróleo, minérios metálicos e peças de aeronaves. Essa abrangência sugere uma estratégia mais ampla dos EUA para proteger setores considerados estratégicos em seu território.

Reação da Abiec e Próximos Passos

A Abiec informou que seguirá monitorando o processo e buscando o apoio de demais parceiros estratégicos. A associação tem expressado preocupação com as medidas protecionistas impostas pelos Estados Unidos e busca garantir a competitividade da carne brasileira no mercado global.

A entidade ressalta a importância de manter o diálogo com os órgãos reguladores americanos e de buscar soluções que permitam o acesso contínuo da carne brasileira ao mercado americano, sem prejuízos para a indústria exportadora.

A situação exige atenção constante, dada a complexidade das relações comerciais internacionais e a constante evolução das políticas protecionistas de diferentes países.

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