EUA classifica Comando Vermelho e PCC como terroristas em 2026

EUA classifica Comando Vermelho e PCC como terroristas, intensificando pressão sobre lideranças e esquemas de narcotráfico no Brasil

25/06/2026 05:10

2 min

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Estados Unidos Classifica Comando Vermelho e PCC como Terroristas

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (28), que classificou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como “Terroristas Globais Especialmente Designados”. O comunicado também afirma que os EUA pretendem designar oficialmente os dois como Organizações Terroristas Estrangeiras a partir do dia 5 de junho.

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Designação e Cronograma

As duas facções possuem lideranças históricas dentro e fora dos presídios brasileiros e são apontadas pelas autoridades como responsáveis por esquemas ligados ao narcotráfico, assassinatos e tráfico de armas. A designação oficial como Organizações Terroristas Estrangeiras será efetivada em 5 de junho.

Marcinho VP: Líder do Comando Vermelho

O narcotraficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, é apontado pelas autoridades como o chefe máximo do Comando Vermelho, mesmo cumprindo pena em presídio federal. Nascido em Vigário Geral, na zona Norte do Rio de Janeiro, em fevereiro de 1970, Marcinho foi preso em agosto de 1996 e condenado a 36 anos de prisão por matar e esquartejar dois traficantes rivais.

Edgard Alves de Andrade (Urso) e Luiz Fernando da Costa (Fernandinho Beira-Mar)

No PCC, o principal nome apontado pelas autoridades é Marcos Willians Herbas Camacho, o “Marcola”. Nascido em Osasco, na Grande São Paulo, em 1968, Marcola perdeu a mãe aos nove anos e passou parte da infância vivendo nas ruas da capital paulista.

Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como “Mijão”, é apontado como o “número um” do PCC nas ruas e considerado um “fantasma”. Rogério Jeremias de Simone e Fabiano Alves de Sousa foram mortos em 2018 durante uma emboscada em uma reserva indígena em Aquiraz, no Ceará.

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Outros Nomes e Investigações

Investigações apontam que André de Oliveira Macedo também foi citado nas investigações sobre o esquema. Outros nomes ligados ao PCC, como Gegê do Mangue e Paca, foram mortos em 2018 durante uma emboscada em uma reserva indígena em Aquiraz, no Ceará.

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