Deputado Salles Agressivo: Busca Ação no STF Contra Reforma da Jornada 6×1

Deputado Salles ataca governo e busca STF contra novas regras de trabalho! Ameaça à escala 6×1 e futuro da indústria. Saiba mais!

27/04/2026 20:35

2 min

Deputado Salles Agressivo: Busca Ação no STF Contra Reforma da Jornada 6×1
(Imagem de reprodução da internet).

Deputado Ricardo Salles Busca Ação no STF Contra Mudanças na Jornada de Trabalho

O deputado federal Ricardo Salles (NOVO-SP) anunciou que buscará o Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar a proposta que visa extinguir a escala 6×1 e alterar as regras de jornada de trabalho. A decisão foi tomada após uma reunião com a diretoria da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira (27).

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Salles informou que ingressará com um mandado de segurança na terça-feira (28), buscando suspender a tramitação da proposta no Congresso.

A principal preocupação do parlamentar reside no rito legislativo utilizado pelo governo. Segundo ele, o Executivo está tentando tratar temas de natureza constitucional por meio de um projeto de lei comum, apesar da matéria já estar em discussão no Congresso.

Salles também criticou o regime de urgência atribuído ao texto, considerando-o uma tentativa de “travar a pauta” e desrespeitar o devido processo legal. “Vamos questionar esse procedimento perante o Supremo”, afirmou o deputado.

Fiesp e Críticas à Proposta

A Fiesp, representada pelo presidente Paulo Skaf, também se manifestou contra a proposta, classificando-a como “vergonhosa e ilegal”. Skaf ressaltou que o projeto contraria parâmetros trabalhistas estabelecidos pela Constituição de 1988 e pode impactar negativamente a competitividade do país.

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Ele defende que o debate sobre o tema deve ocorrer apenas após o período eleitoral.

Justificativa Jurídica e Próximos Passos

A iniciativa do deputado Salles visa juridicamente dar suporte às críticas da Fiesp, que só poderia contestar o projeto após a sanção presidencial. A atuação do parlamentar representa um caminho imediato para questionar a proposta, considerando que a Fiesp só poderia contestar o projeto após eventual sanção presidencial, o que tornou a atuação parlamentar o caminho imediato.

A expectativa é que a ação no STF seja movida na terça-feira (28), dando início ao processo de contestação da proposta.

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