Deputada questiona: ONG em comitê do Ministério da Saúde é “ilegal”? Veja!

Deputada Federal questiona participação de ONG em comitê do Ministério da Saúde. Saiba por que ela considera a presença ilegal e o que foi dito sobre menores

23/04/2026 13:29

2 min

Deputada questiona: ONG em comitê do Ministério da Saúde é “ilegal”? Veja!
(Imagem de reprodução da internet).

Deputada Federal Questiona Participação de ONG em Comitê do Ministério da Saúde

A deputada federal, filiada ao União Brasil-SP, classificou como “ilegal” a participação de uma organização da sociedade civil em um comitê ligado ao Ministério da Saúde. A declaração foi divulgada em um vídeo na quarta-feira, dia 22 de abril de 2026.

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Na gravação, a parlamentar aborda a proposta de incluir a entidade em um colegiado responsável pela formulação de políticas públicas destinadas à população LGBTQIA+. Segundo ela, a organização teria direito a ter voz nesse espaço.

Preocupações com o Debate em Instâncias Governamentais

Rosangela expressa críticas à possibilidade e levanta questionamentos sérios sobre os limites da atuação de entidades desse tipo em ambientes governamentais. A preocupação se acentua especialmente quando o tema envolve crianças e adolescentes.

Foco na Questão da Identidade de Gênero Infantil

O vídeo também associa a atuação da ONG ao debate sobre identidade de gênero em faixas etárias jovens. A congressista argumenta que discussões que envolvam crianças devem ser tratadas com muita cautela.

Ela defende veementemente que decisões sobre procedimentos de transição de gênero só devem ocorrer após a maioridade. A deputada questiona, ainda, a pertinência de pautas como essa em órgãos públicos.

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Detalhes da Manifestação da Deputada

A parlamentar iniciou sua fala criticando o que considera um “absurdo” acontecendo no governo federal. Ela aponta que há um comitê no Ministério da Saúde para defender os direitos LGBTQIA+.

O ponto central de sua crítica é a ideia de abrir uma portaria que concederia uma cadeira a essa ONG, dando-lhe voz no estabelecimento de políticas públicas para o segmento. Essa cadeira foi atribuída à ONG “Minha Criança Trans”.

Argumentos Contra a Participação da ONG

A deputada afirma que não se pode permitir que haja um espaço público para o que ela considera ilegal. Ela menciona que a ONG defende a possibilidade de transição de gênero para crianças.

Ela exemplifica o caso de uma criança que, segundo a mãe, apresentava características de gênero diferentes às de seu sexo biológico desde cedo. A deputada reforça que, em espaços públicos como o Ministério da Saúde, esse tipo de debate não deve ser admitido.

Posicionamento Final sobre a Maioridade

Em resumo, a congressista enfatiza que, para procedimentos como cirurgia de mudança de sexo, é necessário aguardar a maioridade. Ela conclui sua fala reiterando que, com crianças de apenas 2 ou 11 anos, a discussão não pode ser aceita no âmbito público.

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