Deputada questiona: ONG em comitê do Ministério da Saúde é “ilegal”? Veja!

Deputada Federal Questiona Participação de ONG em Comitê do Ministério da Saúde
A deputada federal, filiada ao União Brasil-SP, classificou como “ilegal” a participação de uma organização da sociedade civil em um comitê ligado ao Ministério da Saúde. A declaração foi divulgada em um vídeo na quarta-feira, dia 22 de abril de 2026.
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Na gravação, a parlamentar aborda a proposta de incluir a entidade em um colegiado responsável pela formulação de políticas públicas destinadas à população LGBTQIA+. Segundo ela, a organização teria direito a ter voz nesse espaço.
Preocupações com o Debate em Instâncias Governamentais
Rosangela expressa críticas à possibilidade e levanta questionamentos sérios sobre os limites da atuação de entidades desse tipo em ambientes governamentais. A preocupação se acentua especialmente quando o tema envolve crianças e adolescentes.
Foco na Questão da Identidade de Gênero Infantil
O vídeo também associa a atuação da ONG ao debate sobre identidade de gênero em faixas etárias jovens. A congressista argumenta que discussões que envolvam crianças devem ser tratadas com muita cautela.
Ela defende veementemente que decisões sobre procedimentos de transição de gênero só devem ocorrer após a maioridade. A deputada questiona, ainda, a pertinência de pautas como essa em órgãos públicos.
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Detalhes da Manifestação da Deputada
A parlamentar iniciou sua fala criticando o que considera um “absurdo” acontecendo no governo federal. Ela aponta que há um comitê no Ministério da Saúde para defender os direitos LGBTQIA+.
O ponto central de sua crítica é a ideia de abrir uma portaria que concederia uma cadeira a essa ONG, dando-lhe voz no estabelecimento de políticas públicas para o segmento. Essa cadeira foi atribuída à ONG “Minha Criança Trans”.
Argumentos Contra a Participação da ONG
A deputada afirma que não se pode permitir que haja um espaço público para o que ela considera ilegal. Ela menciona que a ONG defende a possibilidade de transição de gênero para crianças.
Ela exemplifica o caso de uma criança que, segundo a mãe, apresentava características de gênero diferentes às de seu sexo biológico desde cedo. A deputada reforça que, em espaços públicos como o Ministério da Saúde, esse tipo de debate não deve ser admitido.
Posicionamento Final sobre a Maioridade
Em resumo, a congressista enfatiza que, para procedimentos como cirurgia de mudança de sexo, é necessário aguardar a maioridade. Ela conclui sua fala reiterando que, com crianças de apenas 2 ou 11 anos, a discussão não pode ser aceita no âmbito público.
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