Deputada propõe porte de arma para transexuais em polêmica projeto de lei!

Projeto de lei polêmico propõe porte de armas para pessoas trans! Deputado do PL quer autorizar posse com base na autodeclaração. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Projeto de Lei Propõe Porte de Arma para Pessoas Trans

O deputado federal do Partido Liberal (PL) – São Paulo – e integrante da Frente Parlamentar da Segurança Pública, protocolou recentemente o Projeto de Lei 422/2026. A proposta visa autorizar o porte de armas para pessoas que se autodeclaram trans, propondo uma alteração específica no Estatuto do Desarmamento.

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O texto define “pessoa transexual” como aquela que se autodeclara, utilizando apenas essa informação para fins de enquadramento na legislação.

O projeto, disponível em formato PDF (115 KB), busca, segundo o deputado, estimular um debate sobre o uso legal de armas. Em declaração ao Poder360, o parlamentar argumentou que, considerando a violência que a comunidade trans supostamente sofre, o porte de armas seria uma questão de sobrevivência.

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O Poder360 oferece um formulário de cadastro com alertas grátis, e o usuário concorda com os termos da LGPD.

O deputado, identificado como Bilynskyj, ressaltou que o direito à defesa é um princípio fundamental em qualquer democracia. Ele argumentou que o Estado não consegue garantir a segurança de todos os cidadãos, o que, em sua visão, justificaria a proposta. “Convido aqueles que têm algum preconceito a refletirem, com este projeto, e que possamos caminhar para um Brasil mais seguro e com liberdade para o cidadão”, afirmou.

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Na justificativa do projeto, o congressista destaca que, apesar do governo se apresentar como defensor da população transexual e travesti, os indicadores de violência letal contra esse grupo permanecem elevados. O texto alega que as medidas anunciadas não se traduziram em políticas públicas eficazes nem em mecanismos concretos de garantia do direito à vida.

A proposta não altera o sistema penal nem modifica as competências institucionais.

É importante ressaltar que o Brasil manteve, em 2025, o 1º lugar no ranking mundial de assassinatos de pessoas transexuais e travestis, com pelo menos 122 crimes registrados. Os dados são da 9ª edição do “Dossiê: Assassinatos e Violências Contra Travestis e Transexuais Brasileiras”, elaborado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANITT) e lançado em 26 de janeiro de 2026.

Essa posição, que o país ocupa há quase 18 anos, foi alcançada através do monitoramento diário de notícias, relatos diretos e registros públicos.

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