China acusa EUA de pressão econômica e ameaça retaliações pela lista de empresas militares

China explode em reprovação com empresas na lista de empresas ligadas ao setor militar dos EUA! Ministério do Comércio denuncia pressão e ameaça retaliação.

18/06/2026 18:00

2 min

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China Manifesta Forte Insatisfação com Inclusão de Empresas na Lista de Empresas Ligadas ao Setor Militar dos EUA

O Ministério do Comércio da China expressou nesta sábado (13.jun.2026) sua profunda insatisfação com a decisão dos Estados Unidos de incluir diversas empresas chinesas em uma lista que Washington classifica como ligadas ao setor militar do país.

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A medida, anunciada pelo Departamento de Defesa dos EUA em 8 de junho, visa identificar empresas com vínculos com a base industrial de defesa chinesa ou com a estratégia de fusão civil-militar do país.

A lista, conhecida como Chinese Military Companies, tem gerado tensões nas relações econômicas entre os dois países. O governo norte-americano argumenta que a inclusão é necessária para proteger a segurança nacional, enquanto a China considera que a medida é um instrumento de pressão econômica e que limita a atuação de suas empresas no mercado internacional.

Impactos da Designação

Embora a inclusão na lista não acione automaticamente sanções econômicas abrangentes, ela já tem implicações práticas. A restrição de contratos com o Departamento de Defesa dos EUA e a limitação de compras por meio de terceiros, a partir de 2027, representam um desafio para as empresas afetadas.

A reputação dessas empresas também pode ser prejudicada, afetando seus relacionamentos com parceiros comerciais e investidores.

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Empresas Afetadas e Reação Chinesa

A lista inclui grandes empresas chinesas de diversos setores, como a montadora BYD, o grupo de comércio eletrônico Alibaba e a empresa de tecnologia Baidu. Também estão presentes NIO, BOE Technology, Unitree Robotics, WuXi AppTec, ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies.

O Ministério do Comércio da China solicitou formalmente que os EUA reconsiderem a decisão, exigindo tratamento justo e não discriminatório para as empresas chinesas.

Em comunicado, o Ministério chinês alertou que, caso Washington mantenha a medida, Pequim tomará “retaliações resolutas e enérgicas”. A situação continua sendo um ponto de tensão nas relações sino-americanas, com ambos os lados buscando proteger seus interesses econômicos e estratégicos.

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