CEOs e especialistas debatem: IA impulsiona empatia e confiança nas empresas

Em 2026, o cenário corporativo passou por uma transformação notável, impulsionada pelo rápido avanço da inteligência artificial. A principal descoberta foi que o sucesso da IA não depende da complexidade dos algoritmos, mas sim da forma como eles são integrados às habilidades e ao conhecimento dos profissionais.
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Uma pesquisa da Jitterbit, realizada nos Estados Unidos e no Reino Unido, revelou que 96% dos especialistas consideram a IA uma ferramenta essencial para otimizar funções estratégicas, permitindo que equipes se concentrem em tarefas mais criativas e complexas, enquanto a IA lida com atividades repetitivas.
Impacto Cultural e de Gestão
Essa mudança de paradigma indica que a virada de chave para as organizações não é tecnológica, mas sim cultural. Estudos do MIT Sloan Management Review, em parceria com a BCG, confirmaram que 75% dos gestores que obtiveram ganhos de eficiência com a IA também notaram melhorias no moral e na colaboração entre as equipes.
O evento “Liderança Estratégica na Era da Alta Tecnologia”, realizado pela EXAME em São Paulo no dia 2 de junho, se tornou um ponto de encontro crucial para discutir essa transição, reunindo CEOs e especialistas para traduzir a curiosidade técnica em resultados práticos para os negócios.
A Importância da Empatia e da Confiança
A tecnologia atua como um catalisador para as competências que as máquinas não conseguem replicar. Laís Macedo, presidente do Future Is Now, defende que a tecnologia acelera os processos, mas também aumenta a importância da empatia e da clareza nas relações interpessoais.
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Segundo ela, a IA valoriza a presença humana qualificada, especialmente líderes capazes de dar contexto e construir ambientes de confiança, que permitem que a ferramenta entregue valor real às organizações.
Utilidade e Adoção da IA
Davi Holanda, CEO do Jota, ressalta que a sofisticação técnica não garante a adoção da IA. O valor real da ferramenta surge quando ela respeita o contexto e o ritmo da vida real, utilizando uma linguagem simples para facilitar os processos. Para Holanda, a IA se torna um apoio útil quando reduz as barreiras do dia a dia, demonstrando que a utilidade para o usuário é o principal indicador de sucesso.
A tese de que a IA eliminaria empregos foi substituída pela realidade da ampliação de capacidades, com agentes autônomos assumindo tarefas complexas para que as pessoas se concentrem em análise crítica e inovação.
Investimento em Habilidades Humanas
Fernando Wolff, CEO da Tech for Humans, explica que a adoção da inteligência artificial exige um ajuste nos processos e um investimento pesado em habilidades humanas de colaboração. Para Wolff, o cenário de 2026 prova que a tecnologia não diminui a relevância do indivíduo; pelo contrário, ela atua como um amplificador do intelecto.
A IA gera valor real quando transforma dados em inteligência capaz de humanizar as decisões. Franciane Fenólio, CHRO da Hera.Build, argumenta que a automação deve identificar gargalos que impactam a saúde mental e a sobrecarga das equipes. A inteligência artificial deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar o motor central da competitividade global.
O AI Summit, organizado pela EXAME, oferece uma experiência imersiva para transformar a teoria em crescimento sustentável através de trilhas de conhecimento específicas. Para participar deste encontro exclusivo, os interessados devem realizar a inscrição diretamente pelo site oficial.
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