Banco Central eleva Selic para 11,25% em combate à inflação

O Banco Central anunciou hoje, 16 de maio de 2026, uma nova série de medidas para conter a inflação, que atingiu 8,7% no último mês, impulsionada principalmente pelo aumento nos preços dos alimentos e da energia. A medida, que entrará em vigor a partir de agosto de 2026, consiste em um aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, Selic, elevando – a para 11,25%.
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A decisão foi tomada após uma reunião de duas horas da política monetária do Banco Central, presidida pelo governador Roberto Campos, e contou com a presença dos membros do Comitê de Política Monetária (Copom.
Segundo fontes internas do Banco Central, a decisão foi tomada em caráter de urgência, diante da crescente pressão inflacionária e da preocupação com o impacto da inflação no poder de compra da população. O governo federal já se manifestou, através do ministro da Economia, Carlos Eduardo, que classificou a medida como “fundamental para garantir a estabilidade econômica do país” e ressaltou o compromisso do governo em implementar outras políticas de controle da inflação, como a reforma tributária e o ajuste fiscal.
Repercussão e próximos passos
A medida do Banco Central gerou reações diversas no mercado financeiro. As ações das empresas do setor de consumo e energia apresentaram queda nas bolsas de valores, enquanto o mercado de crédito se manteve estável. Analistas econômicos preveem que a alta da Selic terá um impacto negativo no crescimento econômico do país, mas que é necessária para controlar a inflação e evitar uma crise econômica.
O Banco Central informou que monitorará de perto os efeitos da medida e que poderá tomar novas decisões sobre a taxa de juros, dependendo da evolução da inflação. O Comitê de Política Monetária se reunirá novamente em julho de 2026 para avaliar o cenário econômico e definir a política monetária para o segundo semestre do ano.
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Como ocorreu a decisão
A decisão de aumentar a Selic foi resultado de um intenso debate entre os membros do Copom. Alguns membros do comitê defendiam uma alta maior da taxa de juros, enquanto outros preferiam uma medida mais moderada. No final, a decisão foi tomada por unanimidade, com o governador Roberto Campos liderando o voto.
A reunião do Copom foi marcada por uma atmosfera de tensão, com os membros do comitê discutindo acaloradamente os prós e contras da alta da Selic. O governador Roberto Campos buscou conciliar as diferentes opiniões e garantir que a decisão fosse tomada de forma transparente e democrática.
O Banco Central informou que divulgará em breve um relatório detalhado sobre a reunião do Copom, com a análise dos dados econômicos e as justificativas para a decisão. O relatório estará disponível no site do Banco Central e poderá ser acessado por qualquer pessoa interessada.
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