Ativistas da Flutuilla Global Sumud Retornam ao Brasil Após Sequestro Israelense

Ativistas brasileiros retornam ao Brasil após sequestro chocante! Missão Global Sumud Flotilla desembarca em Guarulhos. Saiba mais!

07/06/2026 08:30

2 min

Ativistas da Flutuilla Global Sumud Retornam ao Brasil Após Sequestro Israelense
(Imagem de reprodução da internet).

Ativistas Brasileiros Previsão de Retorno ao Brasil Após Sequestro

Um grupo de ativistas brasileiros, integrantes da missão Global Sumud Flotilla, deve retornar ao Brasil neste domingo (24). A previsão de desembarque é às 17h45 no Terminal Internacional 3 do Aeroporto de Guarulhos (GRU). A delegação, que participou da missão internacional de solidariedade, foi capturada por forças israelenses durante uma operação naval em águas internacionais, próxima a Gaza.

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Os voluntários faziam parte de um comboio composto por diversas embarcações provenientes de diferentes portos do Mar Mediterrâneo. A missão tinha como objetivo principal romper o bloqueio humanitário imposto à Faixa de Gaza, com o intuito de fornecer suprimentos médicos e civis à população local e chamar a atenção da comunidade internacional para a grave crise humanitária na região.

Circunstâncias do Sequestro e Denúncias

Em 18 e 19 de maio, uma operação naval israelense envolveu o cerco e a captura dos ativistas em águas internacionais, aproximadamente 230 milhas náuticas de Gaza. As primeiras informações sobre o paradeiro do grupo surgiram no dia 21 de maio, após a divulgação de vídeos que mostravam cenas de violência física e humilhação contra os ativistas, incluindo o Ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir.

Relatos e Controvérsias

Relatos indicam que os ativistas sofreram espancamentos severos, além de passarem por humilhação psicológica contínua. O serviço penitenciário de Israel negou as acusações. No entanto, relatos apontam para a ocorrência de fraturas e a falta de confirmação independente sobre a veracidade dos acontecimentos.

A organização do movimento exige uma postura firme da comunidade internacional e dos governos signatários das convenções humanitárias para que exijam a punição dos crimes cometidos e avaliem o rompimento de relações econômicas e políticas com o regime israelense.

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