Arqueólogos Espanhóis Descobertam 151 Sítios Subaquáticos no Estreito de Gibraltar

Descoberta de 151 sítios subaquáticos no Estreito de Gibraltar revela detalhes de navegação e conflitos milenares.

08/07/2026 01:02

2 min

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Em 2026, arqueólogos espanhóis anunciaram a descoberta de 151 sítios arqueológicos subaquáticos, incluindo 124 naufrágios, no Estreito de Gibraltar, um ponto estratégico com longa história de navegação e conflitos. A descoberta, liderada por Felipe Cerezo Andréo, representa um marco significativo na compreensão da história marítima da região.

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Predadores Oceânicos: Revelações da Pesquisa Científica

Uma nova pesquisa, publicada na revista Science, revelou que polvos gigantes, que atingiam até 19 metros de comprimento, eram predadores oceânicos dominantes há cerca de 100 milhões de anos. Estudos detalhados das mandíbulas desses polvos indicaram sinais de intenso desgaste, resultado da trituração de presas duras, como conchas e ossos, conduzidos pelo Yohei Utsuki Universidade de Hokkaido.

Descobertas Arqueológicas no Egito. Arqueólogos trabalhando na antiga cidade de Oxirrinco, no Egito, realizaram uma descoberta inédita ao desenterrar uma múmia com uma passagem da “Ilíada” de Homero presa ao abdômen. A descoberta, coordenada pelo Ministério do Turismo e Antiguidades, adiciona um novo capítulo à compreensão da cultura e da literatura da época.

Repatriação deFósseis Brasileiros. Em 2026, um acordo entre Brasil e Alemanha avançou na repatriação de uma espécie fossilizada encontrada na Bacia do Araripe, no Ceará, que estava em um museu alemão desde 1991. Este evento demonstra um esforço contínuo para recuperar o patrimônio científico brasileiro.

Adicionalmente, em 2023, o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus foi devolvido ao Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, em Santana do Cariri, no Ceará.

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Impacto da Saída Ilegal de Fósseis

Pesquisadores alertam que a saída ilegal de materiais paleontológicos prejudica a ciência brasileira, pois muitos fósseis se tornam inacessíveis a pesquisadores do país, gerando estudos publicados sem a participação de cientistas brasileiros. Estudos recentes indicam que grande parte dos fósseis analisados em pesquisas internacionais foi retirada do Brasil e permanece em coleções estrangeiras sem devolução.

A Agência Brasil forneceu informações sobre este caso.

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