Zuckerberg sob fogo no tribunal: Meta e Google defendem-se em caso polêmico!

Mark Zuckerberg depõe em caso que acusa Meta e Google de vício em jovens! 😱 O CEO enfrenta acusações de induzir dependência em plataformas como Facebook e Instagram. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, compareceu nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, ao seu primeiro depoimento no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. O caso judicial, movido por Kaley G.M., de 20 anos, acusa as plataformas de mídia social – incluindo Facebook e Instagram, controladas pela Meta – e o Google de terem criado sistemas que induzem à dependência em jovens usuários.

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Questionamentos e Defesas do CEO

Durante o interrogatório conduzido pelo advogado da demandante, Mark Lanier, foram levantadas questões sobre um e-mail de 2015, no qual Zuckerberg exigia um aumento de 12% no tempo de uso das plataformas da empresa, visando atingir metas internas. Zuckerberg negou que essa fosse uma meta oficial, justificando que se tratava de uma forma de avaliar o desempenho do produto em desenvolvimento.

Ao ser questionado sobre o uso de menores de 13 anos no Instagram, o CEO argumentou que muitos usuários mentem sobre a idade ao se cadastrar, e que as crianças não leem os termos de uso completos no momento do cadastro. Lanier apresentou três opções para lidar com indivíduos vulneráveis: ajudar, ignorar ou explorar, e Zuckerberg respondeu que uma empresa “razoável” deveria tentar ajudar os usuários de seus serviços.

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Diferenciação entre Uso e Vício Clínico

Adam Mosseri, diretor do Instagram, também prestou depoimento ao júri em 12 de fevereiro. Ele enfatizou a importância de diferenciar entre o uso problemático e o vício clínico, comparando a situação ao hábito de maratonar séries em plataformas de streaming.

Argumentos Legais e Possíveis Consequências

A Meta e o Google defendem que o processo movido por Kaley G.M. violaria a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, ao tentar responsabilizá-las pela curadoria algorítmica de conteúdo em suas plataformas. Eles argumentam que essa atividade é uma forma de edição protegida constitucionalmente, similar às escolhas feitas por jornais e emissoras de rádio e televisão.

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O julgamento, que deve durar seis semanas, será um teste para os argumentos legais que buscam responsabilizar empresas de tecnologia pelos impactos em jovens usuários. As empresas controladoras do Instagram, Meta, e o Google, podem recorrer da sentença final à California Court of Appeal, na 2ª instância, e depois, à Suprema Corte da Califórnia, em 3ª instância.

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