Zuckerberg Enfrenta Acusações Explosivas: Vício em Redes Sociais e Saúde Mental em Jogo!

Zuckerberg enfrenta acusações chocantes! Novo julgamento expõe planos da Meta sobre vício em redes sociais. O que veio à tona? #Zuckerberg #Meta #RedesSociais

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(Imagem de reprodução da internet).

Zuckerberg Reage a Acusações sobre o Impacto do Instagram na Saúde Mental

Em uma sessão de testemunhos que se estendeu nesta quarta-feira (18), o presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, defendeu seu depoimento anterior ao Congresso, confrontando as alegações de que a empresa havia enganado o Legislativo sobre o design de suas plataformas de redes sociais, em um julgamento que investiga o vício de jovens nas redes sociais.

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O advogado da parte acusadora, Mark Lanier, apresentou aos jurados e-mails de 2014 e 2015, provenientes de Zuckerberg, que detalhavam planos para aumentar o tempo de uso dos aplicativos em uma escala de dois dígitos percentuais. Zuckerberg respondeu com veemência, afirmando discordar veementemente da sugestão de imprecisão em seu depoimento.

Este julgamento representa a primeira vez que o impacto do Instagram, da Meta, e do YouTube, do Google, é examinado em um contexto judicial com júri popular. As consequências para a Meta podem incluir indenizações, e o veredito pode influenciar a forma como grandes empresas de tecnologia defendem-se contra acusações de danos aos usuários.

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O caso se insere em uma tendência global de questionamento sobre o impacto das plataformas de redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes. A Austrália já proibiu o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, e outros países, como a Espanha, estão considerando medidas semelhantes.

Nos Estados Unidos, a Flórida implementou uma lei que proíbe o acesso a redes sociais para usuários menores de 14 anos.

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As associações do setor de tecnologia estão contestando essas leis na Justiça. O caso em questão envolve uma mulher da Califórnia que começou a usar o Instagram e o YouTube ainda criança. Ela alega que as empresas buscavam lucrar ao criar vício em seus aplicativos, mesmo com conhecimento dos potenciais danos à saúde mental.

A Meta e o Google negaram as acusações, destacando os esforços para adicionar recursos que visam proteger os usuários. A Meta frequentemente cita um estudo da Academia Nacional de Ciências dos EUA, que conclui que pesquisas não demonstram uma relação entre o uso de redes sociais e problemas de saúde mental em crianças.

Este julgamento serve como um caso teste para reivindicações semelhantes em um grupo maior de processos contra a Meta, o Google, a Snap e a TikTok. Famílias, distritos escolares e estados entraram com milhares de ações judiciais nos EUA, acusando as empresas de alimentar uma crise de saúde mental entre os jovens.

Ao longo dos anos, reportagens investigativas revelaram documentos internos da Meta que indicam que a empresa tinha conhecimento dos potenciais danos associados ao uso de suas plataformas. Pesquisadores da Meta descobriram que adolescentes que relataram que o Instagram os fazia se sentir mal com os corpos viam significativamente mais conteúdo relacionado a transtornos alimentares do que aqueles que não relataram o mesmo.

Adam Mosseri, chefe do Instagram, testemunhou na semana passada que desconhecia um estudo recente da Meta que não mostrava nenhuma ligação entre a supervisão dos pais e a atenção dos adolescentes ao seu próprio uso das redes sociais. Adolescentes com circunstâncias de vida difíceis disseram com mais frequência que usavam o Instagram habitualmente ou sem intenção, de acordo com o documento apresentado no julgamento.

O advogado de Meta afirmou aos jurados no julgamento que os registros de saúde da mulher mostram que os problemas decorrem de uma infância conturbada e que as redes sociais eram uma válvula de escape criativa para ela.

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