Zema ataca Congresso: Proposta ousada e críticas à remuneração de servidores!

Romeu Zema explode em vídeo contra Congresso e servidores! Governador critica aumento salarial e redução de jornada, acusando o Congresso de elitismo. Assista!

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(Imagem de reprodução da internet).

Governo de Minas Gerais Reage a Projetos Legislativos sobre Remuneração de Servidores

Em um movimento que gerou repercussão nas redes sociais, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, utilizou a plataforma X (antigo Twitter) para expressar sua discordância em relação a recentes decisões do Congresso Nacional. Em um vídeo publicado nesta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, Zema criticou as aprovações legislativas relacionadas à jornada de trabalho e à remuneração de servidores públicos, argumentando que o Congresso Nacional implementou medidas que diminuem os dias de trabalho, ao mesmo tempo em que aumenta os salários.

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O governador declarou: “Enquanto você trabalhava, o Congresso decidiu trabalhar menos e ganhar o dobro”. Zema enfatizou que a nova dinâmica representa um desequilíbrio, especialmente considerando o contexto econômico enfrentado pela população, com dificuldades financeiras no início do mês e um orçamento apertado para muitas famílias.

Ele ressaltou a rotina intensa de trabalho e a necessidade de uma distribuição mais justa dos recursos.

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Zema propõe um cenário onde servidores teriam direito a uma folga a cada três dias de trabalho, além de um reajuste salarial que, segundo ele, dobraria os vencimentos. O governador associa essa proposta ao desejo de mudança no Brasil, combatendo o que ele considera um elitismo e distanciamento entre a classe política e a realidade da população trabalhadora.

Ele defende o fim de privilégios e a correção de rumo nas políticas públicas.

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As críticas do governador surgem após a aprovação de projetos que reestruturam carreiras e aumentam a remuneração de servidores da Câmara e do Senado. Uma das medidas aprovadas é a licença compensatória, que concede um dia de folga a cada três dias trabalhados, com a possibilidade de converter esse descanso em pagamento. É importante notar que, devido ao caráter indenizatório dessas verbas, elas não entram no cálculo do teto constitucional e não sofrem desconto de Imposto de Renda, o que pode elevar significativamente a remuneração total de alguns servidores.

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