Ataques em Zaporizhzhia Causam Ferimentos e Destroem Estrutura
Nove pessoas ficaram feridas em ataques que atingiram uma maternidade e um bairro residencial em Zaporizhzhia, na Ucrânia. O governador local, Ivan Fedorov, comunicou o incidente através do Telegram neste domingo (1º). A ala da maternidade sofreu danos significativos, com mulheres grávidas buscando abrigo nos porões para se protegerem.
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Equipes de resgate estavam presentes no local, trabalhando para avaliar os danos e prestar assistência às vítimas. A situação era de grande tensão, com relatos de moradores buscando refúgio e equipes tentando conter os incêndios e limpar os escombros.
A prioridade era garantir a segurança e o bem-estar daqueles que foram afetados pelos ataques.
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Yulia Fedochuk, de 31 anos, uma grávida e esposa de um militar, descreveu o momento do ataque. Ela relatou ter ouvido um zumbido, observado um drone descendo em direção à enfermaria e corrido para o corredor momentos antes da explosão. Sua experiência ilustra a vulnerabilidade da população civil diante dos combates e a urgência da situação.
Daria Makarenko, moradora de Zaporizhzhia e vizinha da casa danificada, expressou sua indignação e frustração. Enquanto estava próxima da estrutura destruída, ela criticou duramente a Rússia, questionando a lógica dos ataques. “Não estamos atingindo fontes de energia, mas podemos destruir pessoas?”, declarou, demonstrando a angústia e o choque diante da violência.
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O Kremlin anunciou, dois dias antes, que concordou em suspender as greves, a pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, e Kiev confirmou que essa suspensão seria temporária, com duração até a sexta-feira seguinte. A medida visava aliviar a tensão e permitir que as negociações pudessem avançar, embora o futuro da situação permanecesse incerto.
