Denúncia do Ministro Gil Sobre Ação dos EUA
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, expressou sua forte indignação em relação à ação ocorrida, comentando em uma entrevista no domingo (4). Ele classificou o evento como “extremamente grave”, afirmando que o dia 3 de sábado será lembrado como “uma data obscura na história”, devido à ação do governo dos EUA.
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Gil ressaltou que o presidente Nicolás Maduro é “presidente constitucional” do país, enfatizando que a ação representa uma afronta à soberania do povo venezuelano. Ele rejeitou a alegação de que o incidente foi um “acidente”, descrevendo-o como um “movimento cruelmente planejado” e executado sem qualquer base no direito internacional.
O ministro destacou que a ofensiva violou a carta da Organização das Nações Unidas (ONU), que prega a resolução pacífica de divergências entre países. Ele também apontou que a ação atingiu civis inocentes, que não estavam envolvidos em conflitos, o que configura uma grave violação de direitos humanos, especialmente o direito à vida e à integridade.
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Gil enfatizou que a gravidade da situação reside no fato de que a Venezuela havia alertado sobre a escalada militar perigosa no Caribe no ano anterior. Maduro alertou sobre a pressão externa na região, buscando preservar a zona de paz latina. O ministro concluiu que o ataque representa uma ameaça a toda a América Latina e Caribe, e que a Celac deve agir com firmeza para proteger a soberania de seus membros.
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