Yoshua Bengio lança alerta: o futuro do trabalho exige ser humano! 🤖 Os “padrinhos da IA” preveem que empatia e presença serão cruciais. Saiba mais!
Com o rápido avanço da inteligência artificial e da automação, uma questão central emerge: qual o papel que os humanos terão em um futuro dominado por máquinas? Yoshua Bengio, um dos pioneiros das redes neurais e considerado um dos “pais da IA”, oferece uma resposta surpreendente, inspirada em um conselho que daria a seu próprio filho de quatro anos: “Trabalhe para se tornar um ser humano incrível”.
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Ele acredita que as qualidades inerentemente humanas – empatia, responsabilidade e a capacidade de presença – se tornarão ainda mais valiosas à medida que as tarefas técnicas são cada vez mais automatizadas.
Bengio argumenta que a inteligência artificial irá assumir rapidamente o controle de grande parte dos trabalhos digitais, especialmente aqueles que envolvem tarefas repetitivas realizadas “atrás de um teclado”. Até mesmo funções físicas, como a de encanadores e operários, podem ser eventualmente substituídas por robôs.
No entanto, ele ressalta que essa transição levará mais tempo.
Em situações onde o cuidado, o afeto ou a confiança são cruciais, a presença humana permanecerá insubstituível. “Se eu estiver em um hospital, quero um ser humano segurando minha mão se eu estiver com dor ou medo. O toque humano vai se tornar ainda mais valioso”, afirma Bengio.
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Como se preparar para um futuro moldado pela inteligência artificial? Os renomados pesquisadores Yoshua Bengio, Geoffrey Hinton e Yann LeCun, que juntos são conhecidos como os “padrinhos da IA”, compartilham suas visões sobre como manter a relevância profissional.
Seus conselhos incluem: investir em habilidades humanas profundas, como escuta ativa, ética, empatia e comunicação eficaz. Além disso, reconhecer o valor dos ofícios físicos, que demorarão mais para serem substituídos pela automação.
A inteligência emocional emerge como uma nova superpotência. Com a IA se tornando cada vez mais capaz de gerar conteúdo, tomar decisões e analisar dados, o que ainda é essencialmente humano é nosso papel como cuidadores, líderes, artistas, mediadores e criadores de significado – algo que os algoritmos não conseguem simular de forma autêntica.
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